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Usuários processam Second Life por terra virtual

Da Redação ·
 Usuários ficaram furiosos com a Linden Labs porque o novo contrato de uso do serviço os deixou sem as terras virtuais que eram deles
fonte: Reprodução R7
Usuários ficaram furiosos com a Linden Labs porque o novo contrato de uso do serviço os deixou sem as terras virtuais que eram deles

Um grupo de usuários do Second Life está processando seu criador, Philip Rosedale, por causa de uma disputa por um pedaço de terra virtual, revelou o site Mashable, nesta segunda-feira (3).

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Eles dizem que seus direitos de propriedade foram mudados e que essa alteração no contrato de serviço é uma fraude porque viola as leis de proteção ao consumidor da Califórnia, nos Estados Unidos.

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Para o usuário do Second Life, o mundo virtual é um negócio sério tanto para os donos e investidores, que lucram com eles, como para os usuários, que gastam centenas e até milhares de dólares para criar personagens e para interagir no mundo online.

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Uma prova disso é que a Linden Labs, dona do Second Life, recentemente foi avaliada em R$ 662, 59 milhões (US$ 383 milhões).

O processo levantou a seguinte questão: quem é dono dos bens virtuais, os criadores ou as pessoas que pagaram dinheiro (mesmo que virtual) por eles?

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Os usuários alegam que a Linden Labs e Philip Rosedale os convenceram a investir e a pagar uma espécie de taxa de propriedade em troca de uma propriedade real pela terra virtual.

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Eles reclamam que os termos do serviço foram mudados sem que eles tenham sido avisados ou mesmo concordado.

Segundo o grupo de usuários, o novo contrato de serviço afirma que “a terra e seus donos não possuíam o que eles tinham criado, comprado, e que esses consumidores não têm outra opção a não ser clicar no novo contrato de uso do serviço ou não poderão acessar a propriedade”.

O grupo acrescentou que a Linden Labs congelou suas contas e apagou ou converteu dinheiro e propriedade virtuais sem dar qualquer tipo de explicação ou chance para recorrer na justiça.