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Robô ganha pele para ser aceito socialmente

Da Redação ·
 Cientistas desenvolvem cobertura sensível para que máquinas não machuquem as pessoas
fonte: Nigel Treblin/AFP
Cientistas desenvolvem cobertura sensível para que máquinas não machuquem as pessoas

Para um robô, a pele é muito mais do que uma questão estética: pode ser essencial para que seja aceito socialmente. Uma cobertura sensível pode evitar que essas máquinas machuquem alguém que esteja ao seu alcance.

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Em maio, uma equipe de pesquisadores do IIT (Instituto Italiano de Tecnologia), em Gênova, vai enviar para vários laboratórios europeus as primeiras amostras de pele com sensibilidade criada para seu robô, o iCub. A informação foi revelada nesta segunda-feira (19) pela revista científica New Scientist.

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A pele que o ITT e seus parceiros desenvolveram tem sensores de pressão flexíveis criados para que os robôs possam tocar nas coisas.

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O especialista em robótica Giorgio Metta, do ITT, disse que um dos objetivos de transformar os robôs em humanoides é permitir que eles interajam de perto com as pessoas. Mas isso só será possível se a máquina tiver um certo grau de consciência do que estiver em contato com seus membros motorizados.

Pesquisadores já criaram várias formas de pele sensível. Cientistas da Universidade de Osaka, no Japão, por exemplo, criaram o robô CS2, que recebeu algumas centenas de sensores numa pele de silício.