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Integrante da Pussy Riot faz greve de fome na prisão

Da Redação ·
Integrante da Pussy Riot faz greve de fome na prisão
fonte: AFP
Integrante da Pussy Riot faz greve de fome na prisão

SÃO PAULO, SP, 22 de maio (Folhapress) - Maria Alyokhina, 24, uma das integrantes do grupo russo Pussy Riot, começou hoje uma greve de fome em uma prisão da cidade de Perm, a 1.400 km de Moscou, em protesto por não poder ir à audiência judicial sobre a concessão da liberdade condicional. Ela cumpre pena de dois anos de prisão por vandalismo agravado por ódio religioso por tentar gravar um clipe dentro da catedral Ortodoxa de Moscou de uma música que criticava o presidente russo, Vladimir Putin. Outra integrante da banda, Nazehda Tolokonnikova, também cumpre o mesmo período de prisão. A decisão foi anunciada pela conta do grupo russo Volna no microblog Twitter. Maria Alyokhina havia sido autorizada a participar do processo que jugará sua liberdade condicional por videoconferência, após pedido da administração da penitenciária onde cumpre pena. A direção da prisão não concorda com a liberdade, por considerar que a detenta tem mau comportamento e viola o regulamento carcerário. Alyokhina, que denunciou uma "violação" de seus direitos, pediu a saída do juiz Mikhail Chagalov, que preside a audiência, mas a demanda também foi negada. Além da greve de fome, a integrante da banda disse que não participará da audiência à distância e vetou a presença de seus advogados de defesa. Ela ainda deve cumprir mais um ano e cinco meses de prisão em regime fechado.  

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