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Ainda na UTI, Pedro Leonardo não está mais sedado

Da Redação ·
Ainda na UTI, Pedro Leonardo não está mais sedado
fonte: Arquivo
Ainda na UTI, Pedro Leonardo não está mais sedado

Segundo ele, o momento mais crítico desde o acidente foi a segunda parada cardíaca ocorrida no domingo (22) no Instituto Ortopédico de Goiânia, que teria durado seis minutos. "Fora de um hospital, uma parada de três minutos é considerada crítica, porque falta oxigênio no cérebro. Mas como o Pedro estava na UTI, sendo monitorado, estava devidamente oxigenado e a parada pode não ter causado lesão cerebral."

As consequências do edema cerebral causado pelo acidente estão sendo avaliadas em uma bateria de exames conduzidos pela equipe médica do Sírio-Libanês. "O único risco é que tenha havido lesão cerebral. Quanto aos outros problemas que não tiveram relação com a parte cerebral, como hemorragia interna, infecção, disfunção renal e cardíaca, passou, passou. Os órgãos recuperam as suas atividades e voltam a funcionar normalmente. Se ele mantiver as funções clínicas, pode até se recuperar 100%. Ele é jovem, forte, e está sendo muito bem cuidado."

O médico explicou ainda que foi importante mantê-lo sedado porque assim o metabolismo é menor e o corpo utiliza menos oxigênio, para proteger a função cerebral. "Sedado, ele usa o oxigênio para outras atividades, no momento mais essenciais."
 

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