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Exames não encontraram drogas ilegais em Amy Winehouse, diz família

Da Redação ·
Exames não encontraram drogas ilegais em Amy Winehouse, diz família
fonte: Arquivo
Exames não encontraram drogas ilegais em Amy Winehouse, diz família

A família de Amy Winehouse divulgou nesta terça-feira (23) um comunicado afirmando que exames toxicológicos realizados no corpo da cantora não apontaram a existência de drogas ilegais em seu organismo. Segundo a agência de notícias Associated Press, Chris Goodman, porta-voz da família, comunicou também que os testes indicaram a presença de álcool, mas isso ainda não é determinante para explicar a morte da artista.

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Amy Winehouse foi encontrada morta em sua casa em Londres, no dia 23 de julho. Ela tinha 27 anos. Uma necrópsia foi realizada no dia 25 do mesmo mês e não conseguiu, na época, determinar as causas da morte da cantora inglesa. Amostras de sangue e tecidos foram colhidas para analisar a presença de drogas, álcool ou outras substâncias suspeitas no corpo de Amy.

Segundo a BBC, o resultado do inquérito policial sobre as circunstâncias da morte não sairá antes 26 de outubro. De acordo com fontes próximas, a cantora fazia check-ups regulares de saúde por causa de sua batalha contra drogas e um médico a teria examinado na noite em que morreu. Chris Goodman divulgou na época que ela morreu sozinha em sua cama.

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Poucos dias depois da morte, Jane, mãe de Amy, afirmou ao "Sunday Mirror" que era "apenas uma questão de tempo" que ela morresse. As duas se encontraram um dia antes de ela morrer. Mitch, o pai, afirmou que a filha lutava contra seu vício por drogas nos últimos três anos e admitiu que ela enfrentava dificuldades em resistir ao álcool após semanas de abstinência.

Amy Winehouse chegou a se apresentar em turnê pelo Brasil em janeiro deste ano, com shows em Florianópolis, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. A passagem dela pelo país, no começo deste ano, prometia marcar a volta por cima da popstar britânica.

O que se viu em suas apresentações, no entanto, foram shows curtos, marcados por uma presença de palco tímida e pontuados por alguns momentos constrangedores, quando a cantora esquecia as letras de suas próprias músicas e deixava o palco por alguns instantes sem dar satisfações.

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Em junho, a cantora britânica abandonou uma turnê pela Europa após ter sido vaiada durante show na Sérvia por estar aparentemente bêbada durante a performance.

Durante 90 minutos, Amy balbuciou partes de suas canções e deixou o palco várias vezes, enquanto a banda continuava o show.

A artista nasceu na capital inglesa, em uma família judia. Começou a ouvir jazz quando criança e formou a primeira banda aos dez. Filha de uma farmacêutica e de um motorista de táxi, com o qual tinha uma relação conturbada, ela cresceu na área de Southgate, no norte de Londres. Seus tios maternos eram músicos de jazz profissional.

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Aos 16 anos, Amy passou a cantar profissionalmente. O primeiro disco, "Frank", foi lançado quando ela completou 20 anos e produzido por Salaam Remi. O segundo trabalho, "Back to black", saiu em 2006. O disco foi produzido por Mark Ronson e tinha como banda de apoio os Dap Kings, que também se apresentaram recentemente no Brasil.

Foi "Back to black" que consagrou a cantora. O trabalho lhe rendeu cinco prêmios Grammy, o Oscar da música internacional.