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Edhucca realiza palestra em defesa da vida

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Palestrante Maria de Fátima Sato apresentou o trabalho do Lar Preservação da Vida, de Maringá
Palestrante Maria de Fátima Sato apresentou o trabalho do Lar Preservação da Vida, de Maringá

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A Edhucca realizou na noite desta quarta-feira, dia 3 de abril, um evento em defesa da vida. A palestra, intitulada “Sim à Vida, não ao aborto”, foi comandada pela assistente social Maria de Fátima Sato, do Lar Preservação da Vida, de Maringá, que trabalha com o acolhimento de gestantes há mais de 30 anos. Fundado por Helena Carmen Bressan, atual presidente da instituição, já acolheu cerca de 1700 gestantes gratuitamente proporcionando, desta forma, o nascimento de 1046 bebês. 


Esse número é referente somente as mães que concluíram a gestação acolhidas no Lar Preservação da Vida. Outras gestantes são acolhidas por um período, enquanto precisam de ajuda.


Além do acolhimento das mães, a instituição também recebeu neste período mais de mil crianças, que acompanhavam suas mães. A assistente social apresentou o trabalho realizado pelo Lar Preservação da Vida às famílias atendidas pela Edhucca. 


“É possível dizer sim à vida, e não ao aborto, acolhendo a mulher gestante, que passa por um momento de dificuldade, seja emocional ou financeira. O nosso intuito é ajudá-la, tanto com apoio psicológico, quanto financeiro, caso seja necessário”, ressalta. 


O objetivo, segundo Maria de Fátima, é levar para a sociedade alternativas a favor da vida, para que o abordo não seja liberado. 


“Nós atendemos mulheres de todo o Brasil e de todas as classes sociais. Nem todas as mulheres que estão cogitando o aborto é por problemas financeiros. Há casos motivados pelo abandono pelo companheiro, pela falta de planejamento (comum entre universitárias), entre outros. O nosso trabalho é feito com a finalidade de mostrar que, se está passando por um momento de dificuldade, o aborto só vai acentuar esse problema. A vida sempre vale a pena. Sempre traz alegria”, afirma.

Agora, de acordo com a assistente social, há mulheres que, além do apoio psicológico, precisam de auxílio financeiro. “E nós também ajudamos. Temos casos que pagamos contas de água e luz, fazemos entrega de enxoval. Nós damos todo o apoio, que está ao nosso alcance, para que não aborte o bebê”, assinala.

Fátima explica como funciona o acolhimento na instituição. “Acolhemos também mulheres de todo o Brasil. Em alguns casos, inclusive, pagamos até a passagem. Caso a mulher queira ter a criança, mas não quer que a família saiba, fazemos o acolhimento e encaminhamento médico. Neste período, trabalhamos para que fique com a criança, mas respeitamos a decisão se desejar entregar para a adoção”, garante.


Se a opção final for a adoção, a equipe técnica do Lar Preservação da Vida aciona a Vara da Família, Infância e Juventude, para que ocorra a Adoção Legal, programa desenvolvido pela Justiça para incentivar a adoção legal, uma vez que os candidatos que estão na fila de espera passaram por uma bateria de avaliações.

Foto - Rodrigo Hirata 
 
Saiba mais sobre o Lar pelo site (larpreservacaodavida.org.br)

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