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Viveo amplia prejuízo líquido ajustado de R$ 3,5 mi do 1tri24 para R$ 20,8 mi no 1tri25

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A Viveo, que atua na distribuição de insumos hospitalares, reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 20,885 milhões no primeiro trimestre deste ano, ante prejuízo de R$ 3,576 milhões anotado um ano antes.

A receita líquida foi de R$ 2,784 bilhões, queda de 5,7% em base anual de comparação. No período, o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda, da sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 159,5 milhões, aumento de 1,3% em relação ao mesmo intervalo de 2024. A margem Ebitda ajustada foi de 5,7%, aumento de 0,4 ponto porcentual (p.p.) em relação ao observado um ano antes.

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O fluxo de caixa do primeiro trimestre foi negativo em R$ 52,2 milhões, diminuição em relação aos R$ 173,5 milhões observados um ano antes. Segundo a companhia, durante o último trimestre foram realizados aproximadamente R$ 200 milhões em antecipação de recebíveis, incluindo cartão. Excluindo esse efeito, o fluxo de caixa consumiu R$ 83,0 milhões no primeiro trimestre deste ano.

"O consumo de caixa foi o menor dos últimos anos, menos da metade do ano passado, com uma receita parecida, e a expectativa é termos geração de caixa nos próximos trimestres", disse ao Broadcast a diretora de Relações com Investidores e M&A da Viveo, Flávia Carvalho.

De janeiro a março, as despesas administrativas e de vendas foi de R$ 239,2 milhões, redução de 6,3% ante igual intervalo do ano passado. A dívida líquida da Viveo ficou em R$ 2,888 bilhões, aumento de 5,6% em relação ao quarto trimestre do ano passado e de 13,5% em base anual. O prazo médio de endividamento é de 3,3 anos.

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A alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado foi de 4,49 vezes, aumento de 0,2 p.p. frente a dezembro de 2024 e 1,53 p.p. na comparação com a posição de março do ano passado.

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