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USDA: Demissões não afetarão cronograma de relatórios

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Os planos da secretária de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, de reduzir o número de funcionários do Departamento de Agricultura (USDA) não vão comprometer o cronograma de publicação de comunicados importantes, disse a agência nesta quarta-feira, 16. Rollins afirmou em entrevista ao Wall Street Journal, em março, que o USDA está entre as prioridades do governo Trump para iniciar esforços de redução, dado o tamanho do departamento.

Em comunicado enviado ao Wall Street Journal, um porta-voz do USDA disse que a agência está "sendo transparente em relação aos planos de otimização e redução da força de trabalho", com o objetivo de fazer com que o USDA volte a ser "uma agência dedicada ao atendimento ao cliente, com foco no agricultor". Segundo o comunicado, embora Rollins esteja buscando ativamente reduzir o quadro de funcionários, "ela não comprometerá o trabalho essencial do departamento".

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O USDA, que engloba 29 agências e tem cerca de 100 mil funcionários em todo o país, não respondeu imediatamente a um pedido de mais informações sobre quais áreas específicas ou quantos trabalhadores seriam afetados.

Segundo o Politico, o USDA está entre sete agências federais que vêm oferecendo programas de desligamento voluntário. Publicações especializadas também relataram que o USDA planeja realocar escritórios federais existentes e demitir um grande número de funcionários.

Os relatórios do USDA, que incluem estimativas e pesquisas sobre produção agrícola e outras atividades de produtores rurais, são essenciais para analistas e investidores do setor, influenciando diretamente os contratos futuros negociados na Bolsa de Chicago (CBOT).

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Segundo analistas, o setor agrícola teme que a precisão dos dados do USDA seja afetada caso os planos de demissão avancem.

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