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Unigel defende contrato firmado com a Petrobras e nega a existência de irregularidades

A Unigel defendeu o contrato firmado com a Petrobras e negou a existência de "quaisquer irregularidades" no contrato de prestação de serviços de industrialização das fábricas de fertilizantes nitrogenados (Fafens) da Bahia e Sergipe. O posicionamento foi

Jorge Barbosa (via Agência Estado)

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Escrito por Jorge Barbosa (via Agência Estado)
Publicado em 11.04.2024, 17:40:00 Editado em 11.04.2024, 17:47:13
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A Unigel defendeu o contrato firmado com a Petrobras e negou a existência de "quaisquer irregularidades" no contrato de prestação de serviços de industrialização das fábricas de fertilizantes nitrogenados (Fafens) da Bahia e Sergipe. O posicionamento foi feito em nota na quarta-feira, 10, dois meses após o Tribunal de Contas da União (TCU) pedir a suspensão da parceria entre as duas empresas por suspeitas de irregularidades, falhas, além do caráter antieconômico do acordo que poderiam acarretar R$ 487,1 milhões em perdas para a Petrobras no prazo de oito meses.

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Em nota, a Unigel informou que o acordo não traz nenhum benefício de natureza econômico-financeira para a petroquímica, visto que o resultado da parceria não é relevante e não está considerado no plano de reestruturação existente.

"Trata-se de um esforço conjunto para preservar postos de trabalho e continuar fornecendo fertilizantes nitrogenados ao mercado, enquanto se busca solução estruturante para o mercado brasileiro de gás que assegure maior competitividade e sustentabilidade da indústria nacional", diz a Unigel.

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A empresa mencionou que tem suportado prejuízos vultosos durante 2023 e 2024 provocados pelo ciclo de baixa da petroquímica global, que impacta não apenas a companhia mas todo o setor. Neste sentido, o acordo de prestação de serviços de industrialização serviria como uma medida temporária. Outra parceria previa a oferta de combustíveis renováveis entre as duas empresas, ambas as negociações encontram-se paralisadas.

No início de março, a Unigel paralisou as fábricas de fertilizantes e demitiu 255 funcionários nas duas plantas, em Sergipe e na Bahia, após tentativas de negociação com sindicatos. A empresa também enfrentou momentos de tensões com os credores, que chegaram a tentar executar a dívida emitida pela empresa via debêntures no valor de R$ 500 milhões. Desde então, a petroquímica conseguiu avançar em um acordo de recuperação extrajudicial.

Com seis décadas de existência, a empresa defende que os investimentos realizados para produzir fertilizantes nitrogenados - dos quais a empresa desembolsou R$ 177 milhões no arrendamento de duas plantas da Petrobras - contribuíram para a redução da extrema dependência do País na importação do insumo, consumido pelo agronegócio.

"A Unigel repudia quaisquer ataques à sua história e idoneidade. Pelo contrário, luta para que o seu legado ajude no progresso do país, jamais compactuando com atos que não sejam estritamente aderentes à lei, à ética e às melhores práticas de gestão dos negócios", finaliza a companhia.

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