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Trump critica China, defende tarifas e diz que EUA estão perto de acordos no Irã e em Gaza

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar a China por ter "violado" partes do acordo comercial com Washington. "Falarei com o presidente Xi Jinping e espero que possamos resolver isso", disse ele nesta sexta-feira, 30, durante uma coletiva em que anunciou a saída de Elon Musk do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês).

Trump também pontuou estar "muito feliz" com uma decisão judicial que manteve a validade de tarifas comerciais. "Tarifas são muito importantes para o nosso país. Os juízes tentaram tirar meu poder de presidente sobre elas", pontuou. "Agora vamos à Corte e vamos ganhar essa batalha". O presidente argumentou que a política comercial exige rapidez, e que "demoraria meses até o Congresso concordar com as tarifas. Temos que ser rápidos".

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O republicano ainda voltou a defender seu projeto de lei tributário. "Ele corta gastos desnecessários, mas queria que tivéssemos mais. Quero fazer os maiores cortes de impostos da história deste país", declarou. Ele alertou que, sem a aprovação da proposta, "os impostos aumentarão em 68%". Segundo o presidente, o texto "será ajustado nas próximas semanas" em negociações com o Senado e a Câmara.

Trump enfatizou a urgência em ampliar ou suspender o teto da dívida. "Se não ampliarmos a dívida, estaremos inadimplentes. Isso nunca aconteceu antes, e os democratas iriam adorar", afirmou.

Na seara internacional, o republicano disse acreditar em um possível acordo com o Irã "em um futuro não tão distante", reiterando que o país "não pode ter uma arma nuclear". Ele também comentou que os EUA estão "bem próximos de um acordo em Gaza" e advertiu para os riscos do conflito entre Índia e Paquistão, que, segundo ele, "poderia ser um desastre nuclear", mas foi contido por sua gestão. Sobre a guerra na Ucrânia, comentou: "Zelensky é bem teimoso também, assim como Putin. Estou bem desapontado com a situação atual".

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Em tom descontraído, Trump comentou ainda o tapa que o presidente francês, Emmanuel Macron, recebeu da esposa. "Falei com Macron após o incidente. Meu conselho: mantenha as portas fechadas". Já sobre o encontro de ontem com o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, limitou-se a dizer que foi "ótimo".

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