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Trump chama Powell de 'desgraça americana'

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a fazer duras críticas ao presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Jerome Powell, um dia após o colegiado ter mantido entre 4,25 e 4,5% ao ano as taxas de juros no país - apesar das pressões do governo. Em publicação na sua rede social, a Truth Social, Trump se referiu ao chefe do Fed como uma "desgraça americana".

"Já temos inflação baixa! O 'atrasado demais' é uma desgraça americana!", escreveu o presidente americano. "O 'atrasado demais' Jerome Powell está custando centenas de bilhões de dólares ao nosso país. Ele é, de fato, uma das pessoas mais burras e destrutivas do governo." As críticas foram estendidas aos demais integrantes do conselho do Fed, apelidado de "cúmplice" por Trump.

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Ele voltou a dizer que a Europa já "fez dez cortes (de juros), nós não fizemos nenhum" e que os EUA deveriam "estar 2,5 pontos (porcentuais) abaixo e economizar bilhões com toda a dívida de curto prazo de (Joe) Biden".

Em entrevista depois do anúncio feito, na quarta-feira, 18, pelo Fed, Powell citou o tarifaço imposto pelo titular da Casa Branca aos parceiros comerciais dos EUA como fator para elevação da inflação no curto prazo. "As expectativas de inflação de curto prazo subiram. As tarifas são um fator relevante", afirmou ele. "Os efeitos das tarifas vão depender do nível, mas aumentos neste ano provavelmente pesarão sobre a atividade econômica e empurrarão a inflação para cima."

A decisão de manter os juros no atual patamar era uma previsão de consenso entre os analistas consultados pelo Estadão/Broadcast. Os analistas avaliavam que os dirigentes do BC americano adotariam uma postura de "esperar para ver" os efeitos das tarifas e de tensões geopolíticas sobre as expectativas inflacionárias dos EUA.

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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