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Tomate registra queda de preço pelo 2º mês consecutivo em maio, aponta Prohort da Conab

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O tomate registrou em maio, pelo segundo mês consecutivo, queda nas cotações nas principais Centrais de Abastecimento (Ceasas) do País. Na média ponderada, o preço caiu 14,79%, após longo período de alta. Pelo lado da oferta, maio marcou o começo da safra de inverno. A expectativa é que com a intensificação da safra, os valores de comercialização mantenham tendência de queda, informou a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que divulgou nesta terça-feira, 24, o 6º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort).

A pesquisa da Conab considera as cinco hortaliças (batata, cenoura, cebola, tomate e alface) e as cinco frutas (laranja, banana, mamão, maçã e melancia) com maior representatividade na comercialização nas principais Ceasas do País e que registram maior destaque no cálculo do índice de inflação oficial (IPCA).

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Já para alface, batata, cebola e cenoura, a Conab verificou movimento preponderante de alta nas cotações. O mercado de batata em maio mostrou variações moderadas entre Ceasas analisadas. Embora a média ponderada tenha apontado um aumento de 4,99% em relação a abril, esse movimento não foi uniforme entre as Ceasas. "Essa elevação ocorreu em meio ao período de início da safra de inverno", disse a estatal.

No caso da alface, a média ponderada de preços da folhosa subiu 6,68%, em relação à média de abril. "A safra de inverno da hortaliça que começou a entrar nos mercados não foi suficiente para segurar o preço, influenciando na alta registrada", explicou a Conab.

No caso da cebola, segundo a Conab, é comum os preços registrarem altas no primeiro semestre. Em maio, a média ponderada subiu 21,41%, na comparação com a média de abril. Porém, mesmo com as constantes elevações verificadas desde dezembro do ano passado, as cotações do produto em 2025 continuam abaixo de 2024.

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Para a cenoura, a média ponderada variou positivamente 8,36%, na comparação com abril. A elevação pode ser explicada pela intensidade da oferta durante o mês. Conforme a Conab, "na primeira metade de maio, os preços registraram alta. No entanto, a partir da segunda quinzena do mês passado, com a intensificação da safra de inverno, as cotações registraram queda na maioria das Ceasas analisadas".

Frutas

Mamão, laranja, melancia e banana registraram queda de preços nos principais mercados atacadistas do País analisados no mês passado. As quedas nas cotações das três primeiras frutas ficaram acima de 10%, enquanto a banana registrou uma redução de menor intensidade.

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De acordo com o levantamento da Conab, a queda de 16,89% na média ponderada de preços do mamão pode ser explicada pelo aumento da oferta da variedade papaia, principalmente na primeira quinzena de maio, aliado à menor demanda dos consumidores por influência do clima mais frio.

No caso da laranja, as cotações cederam na média ponderada em 12,55%, mesmo com aumento da comercialização das frutas precoces, de melhor qualidade em relação às frutas tardias relativas ao fim da safra passada. "A concorrência com outras frutas, como da mexerica poncã, e a baixas temperaturas também são fatores que contribuem para a redução verificada", destacou.

O clima também influencia na diminuição dos preços da melancia. Em maio, a média ponderada das cotações ficou 11,82% mais baixa.

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Já as cotações da banana caíram de forma leve chegando a 2% na média ponderada. A demanda mais fraca e a maior produção da variedade nanica, que cresceu em virtude do tempo propício ao amadurecimento dos cachos, principalmente no norte catarinense, norte mineiro e microrregião de Registro (SP), influenciam na variação negativa.

Em contrapartida, o comportamento do mercado de maçã em maio foi de leves aumentos nas cotações e oscilação na comercialização, com elevação na média ponderada geral em 1,28%. Essa dinâmica ocorreu em meio ao fim da colheita da variedade fuji nos Estados da Região Sul.

Exportações

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Com boas vendas para a Europa e Ásia, as exportações de frutas nos cinco primeiros meses deste ano alcançaram 486 mil toneladas, alta de 24% em relação ao mesmo período de 2024, como mostra dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). A comercialização ao mercado internacional proporcionou um faturamento de U$S 548,7 milhões (FOB), 12,3% superior em relação ao mesmo período de 2024 e de 29% quando comparado com janeiro a maio de 2023.

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