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Ter uma empresa como a Petrobras ajuda a reduzir o preço interno de combustível, diz Mercadante

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O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira, 10, que, diante da elevação das barreiras comerciais globais, a Petrobras tem vantagem competitiva com a autossuficiência e precisa aumentar a capacidade de refino para ter "eficiência plena". Afirmou ainda que "ter uma empresa como a Petrobras ajuda a reduzir o preço interno do combustível e é muito importante para ganhar competitividade". "Somos exportadores de derivados. Temos que aumentar nossa capacidade de refino para ter uma eficiência plena. Tem uma vantagem competitiva porque as barreiras comerciais vão encarecer."

O executivo reforçou que a defesa comercial global vai encarecer o custo da energia. "E nós somos autossuficientes, isso é um país líder em energia renovável. Então, isso vai dar uma vantagem competitiva ao Brasil."

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O presidente do BNDES defendeu que a Petrobras faça a prospecção da Margem Equatorial para verificar seu potencial, frisando que, apesar dos receios à época do início da exploração do Pré-Sal, não houve acidentes na região.

"Também precisamos avaliar qual é o nosso potencial de petróleo na Margem Equatorial. Pesquisa é uma coisa importante na economia e conhecimento científico é fundamental para o debate", afirmou Mercadante. "Avaliamos que a Petrobras tem um histórico de muita segurança, especialmente na fase de prospecção, não tem nenhum acidente relevante."

O executivo disse que as medidas que a Petrobras está tomando para a proteção da fauna são maiores do que as do Pré-Sal. "Precisamos conhecer a Margem Equatorial por dentro e a fundo para saber o que e como precisa ser protegido, mas não é abdicado uma riqueza que é essencial ainda, pois a energia limpa e renovável não está substituindo o petróleo, está adicionando."

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Cenário econômico

O presidente do BNDES afirmou ainda que o Brasil está vivendo uma fase de taxa de juros "bastante salgadas", num cenário de turbulências internacionais. "E temos de crescer de forma consistente e saudável", comentou.

Mercadante participa do seminário "O impacto do cooperativismo no desenvolvimento do Brasil e o apoio do BNDES", realizado pelo Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), na sede do banco, no centro do Rio de Janeiro. Ele se dirigiu ao diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, que também participa do evento.

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Na abertura do evento, o presidente do BNDES enfatizou que o Brasil tem 23 milhões de pessoas organizadas em cooperativas, que as cooperativas geram 550 mil empregos e que faturam R$ 692 bilhões. Também disse que mais de 1.000 cidades brasileiras não têm agência bancária, só cooperativas, que cumprem um papel importante na capilarização dos serviços bancários.

O executivo também frisou que o BNDES fez 260 mil operações de crédito com cooperativas e disse que dos três maiores repassadores do BNDES, dois são cooperativas. Metade da produção de alimentos no Brasil, disse, é feita com cooperativismo.

Mercadante destacou também o papel do banco no apoio ao Rio Grande do Sul, que foi atingido primeiro por uma seca e, depois, por enchentes. "Estamos vendo o negacionismo climático avançando", disse, reforçando que o BNDES mantém sua parceria com o Estado.

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