TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Tensão no Oriente Médio joga Ibovespa para baixo, mas alta do petróleo atenua

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa abriu a sessão desta sexta-feira, 13, em baixa, em reflexo à aversão a risco global após Israel atacar instalações nucleares no Irã e o país revidar em seguida. O ataque elevou temores de uma guerra total entre as duas das forças armadas mais poderosas do Oriente Médio.

Além disso, a falta de consenso entre o governo e o Congresso no âmbito do decreto que eleva o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também fica no foco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Ibovespa operou parte da manhã em queda moderada, mas após às 11 horas, piorou, seguindo as bolsas norte-americanas.

Na mínima, caiu 0,87%, a 136.6,01,03 pontos, vindo de abertura aos 137.099,54, nível praticamente o mesmo da máxima.

O avanço de quase 7,00% do petróleo atenuava a queda do principal indicador da B3. Na madrugada, a commodity chegou a saltar 11%, em meio aos ataques feitos hoje (noite do Brasil) no Irã. Em Nova York, as bolsas cediam mais de 1,00%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, ações ligadas ao petróleo sobem, enquanto alguns papéis cíclicos cedem, dado o temor de desaquecimento da economia mundial por conta da tensão no Oriente Médio.

Já o minério de ferro fechou em queda de 0,14% hoje em Dalian, mas as ações do setor de metais caiam com mais intensidade; Vale perdia 1,29%.

"O ataque ao Irã não foi surpresa, mas foi um ataque cirúrgico, em tanques nucleares, centros balísticos e que matou pessoas-chave, como cientistas iranianos e lideranças militares. Foi um ataque certeiro", diz Rodrigo Alvarenga, sócio da One Investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A poucos dias da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), também fica no radar o crescimento de 0,2% no volume de serviços no Brasil em abril ante março, em linha com a mediana das projeções. Departamentos econômicos se dividem entre manutenção da Selic em 14,75% e elevação de 0,25 ponto porcentual na semana que vem.

O Itaú Unibanco é um dos que esperam que o ciclo de aperto monetário seja concluído na quarta-feira que vem.

"As autoridades devem optar por manutenção da taxa Selic, sinalizando que a taxa de juros permanecerá no patamar atual pelo tempo que for necessário, e que não hesitarão em retomar o ciclo de aperto caso haja alterações no cenário prospectivo de inflação", afirma o Itaú em relatório assinado pelo economista-chefe Mario Mesquita.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Aqui, "o impasse em torno da MP com as medidas do IOF e suas compensações sustenta o quadro fiscal nebuloso, embora a rebelião contra aumentos de receita possa ser o ponto de partida para discussões mais amplas do lado das despesas", cita Silvio Campos Neto, sócio e economista sênior da Tendências Consultoria.

No campo corporativo, a Petrobras informou que efetuará no próximo dia 20 o pagamento da segunda parcela da remuneração aos acionistas referente aos resultados de 2024.

Na quinta-feira, Ibovespa fechou em alta de 0,49%, aos 137.799,74 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV