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Tebet diz que Brasil envelhece mal e tem urgência de planejamento de longo prazo

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A ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse nesta terça-feira, 29, que o Brasil precisa mudar a percepção sobre a importância do planejamento de longo prazo. Durante o evento "Diálogos para a Construção da Estratégia Brasil 2050", iniciativa do governo que busca integrar cerca de 30 planos no âmbito federal, Tebet afirmou que o País está envelhecendo mal.

"Porque está envelhecendo antes de se tornar rico, como fez a Europa", disse ela, ao apontar que a mudança desse quadro passa pelo planejamento. "É muito difícil falar de planejamento no Brasil. Temos poucos ouvidos quando falamos de planejamento", afirmou a ministra. Tebet disse que, no cenário atual, a tendência de menor atenção ao planejamento se dá pelo que chamou de "policrise", com emergências como as mudanças climáticas, que ocultam a necessidade de construção de metas no longo prazo. "Como seria o Brasil de hoje se tivesse feito a estratégia 'Brasil 2025' lá nos anos 2000?", questionou durante a apresentação.

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Nos últimos meses, o governo realizou seminários em diferentes Estados com membros da sociedade civil e especialistas para debater a construção do plano. Conforme previsto na portaria de criação, a Estratégia Brasil 2025 deve ter uma proposta consolidada até 31 de julho deste ano.

Conforme explicação do governo, o ano de 2050 foi escolhido como referência por ser um marco intermediário do século e por estar alinhado com as metas globais de neutralidade de emissões de gases de efeito estufa. Além disso, afirma o Executivo, a previsão de uma inversão na pirâmide etária brasileira até 2050 exige ajustes significativos nas políticas públicas nas áreas de saúde, assistência social, educação e trabalho.

A construção da Estratégia Brasil 2050 envolverá a análise situacional, definição de megatendências, elaboração de cenários e identificação de forças e fraquezas com foco no desenvolvimento e na redução das desigualdades. O planejamento de longo prazo busca, segundo considera o governo, antecipar riscos e melhorar a capacidade de resposta a incertezas futuras.

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