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Taxas futuras de juros têm alta nos vencimentos longos com incertezas no quadro fiscal

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As taxas de juros negociadas no mercado futuro doméstico registram oscilações contidas em toda a curva, mas em um movimento de inclinação, com viés de baixa na ponta curta e leve alta nos vencimentos longos. Na avaliação do economista sênior e sócio da Tendências Consultoria, Silvio Campos Neto, esse comportamento reflete a continuidade do desconforto do mercado com a questão fiscal do País. "Embora seja preciso ressaltar que há um esforço por parte da equipe econômica, o modelo econômico criado pelo governo chegou ao limite", afirma.

O economista ressalta ainda o mal estar gerado pelas notícias atabalhoadas da última quinta-feira, quando o governo viu uma notícia positiva (a contenção de gastos de R$ 31,3 bilhões) se transformar em um fato negativo, com o posterior anúncio do aumento do IOF.

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O cenário fiscal norte-americano é outro fator negativo, aponta Campos Neto, pelo potencial para "elevar a barra" para os juros no Brasil.

Às 10h43, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2026 tinha taxa de 14,715%, ante 14,744% do ajuste de sexta-feira.

O DI para janeiro de 2029 projetava 13,62%, contra 13,60%. A taxa do DI para janeiro de 2031 estava em 13,87%, ante 13,82% do ajuste anterior.

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