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Taxas de juros têm alta com dólar e Treasuries após relatório de empregos nos EUA

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As taxas de juros negociadas no mercado futuro operaram em alta na manhã desta sexta-feira, alinhadas ao avanço do dólar e principalmente dos retornos dos Treasuries nos Estados Unidos. Com a agenda interna praticamente vazia, o destaque até agora ficou por conta da divulgação do relatório de empregos dos Estados Unidos em maio, que apresentou criação de vagas acima das estimativas, com aumento de ganhos dos trabalhadores e estabilidade na taxa de desemprego. Por outro lado, houve revisão para baixo nos dados de março e abril.

O relatório reforçou a percepção de aquecimento da economia norte-americana e afastou apostas em um início dos cortes de juros antes de setembro.

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No Brasil, a o mercado espera a divulgação das medidas alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

De acordo com Guilherme Silva, economista na Ativa Investimentos, a curva de juros segue refletindo um aumento das apostas em nova elevação de juros na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) deste mês, depois de um discurso considerado mais cauteloso por parte do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, na última segunda-feira.

"Não é o que esperamos, pois acreditamos que o BC já fez o trabalho dele e agora deve esperar os efeitos da política contracionista. Por isso esperamos estabilidade por um período prolongado", afirma o economista.

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Às 11h58, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2026 tinha taxa de 14,915%, contra 14,911% do ajuste de ontem.

O DI para janeiro de 2027 projetava 14,390%, ante 14,364% da quinta-feira. E a taxa do DI para janeiro de 2029 estava e 13,84%, ante 13,79%.

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