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Taxas de juros sobem com investidor atento ao cenário fiscal e ao Copom

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As taxas de juros negociadas no mercado futuro registram movimento de alta nos vencimentos mais curtos e estabilidade nos longos nesta quarta-feira, 11. Para Nicolas Borsoi, economista-chefe da Nova Futura, o mercado passa por ajustes técnicos hoje, com recomposição de parte das apostas em uma elevação da taxa Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na semana que vem.

A justificativa para esse movimento, segundo ele, resulta da cautela antes da divulgação de indicadores econômicos importantes nos próximos dias, como os dados de vendas no varejo e no setor de serviços.

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Além disso, o economista cita declarações do presidente da Câmara, Hugo Motta, de que teria comunicado ao governo sobre a "reação ruim" de setores do Congresso às medidas fiscais anunciadas pela equipe econômica, como alta do IOF e tributação dos títulos de financiamento para o agronegócio e o setor imobiliário, as LCAs e as LCIs. "O risco é de volta à estaca zero. São medidas que já estavam sendo criticadas por não representarem economia de custos, e agora ainda terão dificuldade de passar no Congresso", afirma.

Ainda segundo o economista, o investidor também acompanha o cenário internacional, com Estados Unidos e China acenando com a possibilidade de um acordo em torno do comércio exterior. A tensão com o Irã também pesa no mercado, afirma, depois que o presidente norte-americano, Donald Trump, demonstrou ceticismo quanto a um acordo nuclear com o Irã, o que leva os preços do petróleo a registrarem altas firmes.

Às 11h48, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2026 tinha taxa de 14,890%, ante 14,841% do ajuste de ontem.

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O DI para janeiro de 2027 projetava 14,240%, de 14,140% de ontem.

A taxa do DI para janeiro de 2029 estava em 13,58%, ante 13,53% do ajuste da terça-feira. E a taxa para 2031 estava em 13,71%, contra 12,72% de terça-feira.

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