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SFN permanece resiliente, mas com necessidade de maior capitalização para algumas Ifs, diz BC

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O Comitê de Estabilidade Financeira do Banco Central (Comef) afirmou, na ata da sua mais recente reunião, que o Sistema Financeiro Nacional (SFN) continua "resiliente". Mas alertou para a necessidade de aumentar a capitalização de algumas instituições financeiras (IFs), diante da piora dos cenários de estresse analisados.

"O sistema teria condições de absorver os impactos, mas, no cenário simulado de crise decorrente de quebra de confiança no regime fiscal, parte relevante das instituições apresentaria restrições para distribuir lucros", afirmou o Comef, no documento publicado na manhã de hoje.

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Os cenários de estresse macroeconômicos usados pelo comitê levaram em conta condições financeiras mais restritivas em comparação com exercícios anteriores, segundo a ata. O Comef também concluiu que o SFN está apto a absorver impactos de mudanças regulatórias no seu capital, referindo-se à entrada em vigor da resolução número 4.699, do Conselho Monetário Nacional (CMN).

O colegiado destacou que, no quarto trimestre de 2024, o crédito bancário manteve seu ritmo de crescimento, mas reforçou que a Pesquisa Trimestral de Condições de Crédito aponta para deterioração nas condições de oferta e menor tolerância ao risco por parte das IFs.

No crédito às pessoas físicas, modalidades de maior risco aumentaram em ritmo superior ao das de menor risco, num movimento visto pela última vez no primeiro trimestre de 2023.

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"O crédito obtido via mercado de capitais, em contrapartida, não apresenta sinais de inflexão", destacou o colegiado. "O mercado de capitais ganha cada vez mais representatividade como fonte de financiamento, principalmente para as grandes empresas."

O Comef afirmou que as provisões do SFN continuam em nível adequado, superior às estimativas de perdas esperadas, e que a rentabilidade do sistema segue melhorando gradualmente. Os níveis de capitalização e liquidez também se mantiveram acima os requerimentos prudenciais, mas o comitê "segue atento" à dinâmica da poupança e dos demais instrumentos de captação para o crédito imobiliário.

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