Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Secom: Flávio optou por sugerir adiamento do tarifaço com 'claro objetivo eleitoreiro'

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela participação em audiência pública nos Estados Unidos nesta terça-feira, 7, e disse que o pré-candidato à Presidência demonstrou "claro objetivo eleitoreiro" durante sua participação do debate.

O posicionamento oficial foi divulgado em nota assinada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência. O governo afirmou que, "enquanto o senador Flávio Bolsonaro tentava politizar as relações entre o Brasil e os Estados Unidos, funcionários do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio; Itamaraty; Ministério da Justiça; e do Palácio do Planalto mantinham reunião com técnicos do USTR para desfazer o tarifaço contra o Brasil".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Divergir do governo é legítimo. Convocar uma potência estrangeira a pressionar o próprio país é traição à Pátria. Há uma diferença essencial entre fazer oposição ao governo e fazer oposição ao País e ao povo brasileiro", declarou.

O governo disse que apenas Flávio Bolsonaro, dentre todos os brasileiros que participaram da audiência pública, não se posicionou contra o tarifaço, argumentando a favor do adiamento da decisão.

"Ao todo, 78 entidades e pessoas físicas se inscreveram para se manifestar sobre o tarifaço. Desse total (somando brasileiros e estadunidenses), 63 são contra o tarifaço, 15 são a favor. Das 44 intervenções de estadunidenses, 30 são contra o tarifaço e 14 a favor. Entre os 34 brasileiros inscritos, só Flávio Bolsonaro não se posicionou contrário às medidas contra o Brasil, optando por sugerir o seu adiamento, com claro objetivo eleitoreiro", disse.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Secom afirmou que Flávio "não negou que a campanha promovida por sua família e seus aliados esteve na origem do tarifaço contra o Brasil" e "tampouco aproveitou a audiência de hoje para reconhecer que errou ao contrariar os interesses do povo brasileiro".

O governo Lula também rebateu as acusações feitas por Flávio em seu discurso contra o Palácio do Planalto por causa de investigações de corrupção. Afirmou que o senador "esqueceu de mencionar seus próprios vínculos com Daniel Vorcaro, para quem pediu mais de R$ 130 milhões para, segundo ele alega, produzir um filme sobre o seu pai".

"Assim como o caso Master, os descontos ilegais que prejudicaram milhões de aposentados e pensionistas do INSS também começaram no governo Bolsonaro. Foi no atual governo que o esquema foi desbaratado pela Controladoria Geral da União e a Polícia Federal e que R$ 3,2 bilhões que haviam sido desviados foram devolvidos para 4,2 milhões de beneficiários", declarou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na nota oficial, o Planalto acusou Flávio de defender "a revogação de decretos brasileiros que previnem a circulação de conteúdos criminosos e enfrentam a violência contra mulheres no ambiente digital" e disse que "isso só interessa a dois grupos: quem lucra com o caos e quem precisa dele para cometer crimes".

O governo também usou a nota para atacar o pré-candidato do PL à Presidência em relação ao Pix. Disse que ele "tenta mudar o discurso e passar a imagem de que defende o Pix", mas que "propõe subordinar o Pix aos interesses norte-americanos".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV