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Quero garantir que não teremos pouso forçado nos EUA, diz Christopher Waller, do Fed

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O diretor do Federal Reserve (Fed), Christopher Waller, disse quer "garantir" que não haverá pouso forçado da economia dos EUA, em entrevista para a Bloomberg TV na manhã desta sexta-feira. Na visão dele, este é um dos motivos que justifica um "corte de segurança" nas taxas de juros para apoiar a atividade doméstica.

O dirigente observou que alguns colegas do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, em inglês) compartilham a opinião sobre a necessidade de flexibilizar a política monetária em breve, sem citar nomes, mas admitiu que outros mantêm postura cautelosa. "Vamos debater isso de modo saudável" na próxima reunião, pontuou. Waller ressaltou que, caso sua opinião seja divergente dos outros, só votará em dissenso agindo de maneira cautelosa e com "boas razões sólidas" para discordar.

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Waller ponderou que os efeitos completos das tarifas sobre a inflação devem demorar de três a seis meses para aparecer completamente nos dados, afirmando que os monitora de perto. O diretor também notou que uma grande rede de empresas e indivíduos lidam com os impactos tarifários, fator que pode reduzir parte da pressão.

Para ele, o maior risco será se houver um "ciclo contínuo de novas ondas de tarifas cada vez mais altas", o que pode impulsionar os preços americanos de maneira persistente. "Mas, se parar um determinado nível, podemos ter um salto único na inflação que dissipará depois", apontou.

Waller também comentou que não vê sinais concretos de elevação nas expectativas de inflação de longo prazo, apesar da preocupação generalizada com possível desancoragem das expectativas dos consumidores.

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