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Qualquer que seja a licitação que aconteça no Brasil, Petrobras estará lá, diz Magda

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O apetite da Petrobras para exploração está mantido, mesmo que o preço do petróleo volte à cotação anterior ao agravamento do conflito no Oriente Médio, ou seja, cerca de US$ 10 abaixo do valor atual, que está em torno dos US$ 75, disse nesta quarta-feira, 18, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

"Quando se fala em exploração, com qualquer preço de petróleo, ela está garantida. Qualquer que seja a licitação que aconteça no Brasil, estaremos lá", disse a presidente da estatal, em coletiva do balanço do primeiro ano de sua gestão.

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A mensagem foi confirmada pela diretora de Exploração e Produção, Sylvia Anjos: "O Brasil é sempre a 1ª, 2ª e 3ª opção, estaremos em todos os "bids" (leilão de áreas de petróleo)", disse a executiva, que também tem voltado seus olhos para áreas fora do Brasil, como África e Índia, possíveis futuros locais de exploração pela empresa.

A Petrobras vai desembolsar R$ 139 milhões, em outubro, pelos 13 blocos adquiridos no 5º ciclo da Oferta Permanente sob o regime de Concessão, realizado nesta terça, 17, pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com as aquisições, o valor destinado à exploração de novos campos deve aumentar.

A Petrobras adquiriu dez blocos na bacia Foz do Amazonas e três blocos na bacia de Pelotas. Na Bacia Foz do Amazonas, a Petrobras adquiriu os blocos FZA-M-1040, FZA-M-1042, FZA-M-188, FZAM-190, FZA-M-403, FZA-M-477, FZA-M-547, FZA-M-549, FZA-M-619 e FZA-M-621, em parceria com a ExxonMobil Exploração Brasil.

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Questionada se a parceria com a ExxonMobil Exploração Brasil poderia ser estendida para a Guiana, Sylvia explicou que a empresa está olhando para áreas, mas há pouca oferta. "A área da Guiana está toda tomada", comentou.

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