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Presidente do BoE saúda notícia de acordo comercial entre Reino Unido e EUA

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O presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey, disse que estava acompanhando "de perto" as notícias de um acordo entre o Reino Unido e os Estados Unidos e que o saudava - embora não conhecesse maiores detalhes - porque ele deve reduzir a incerteza que, segundo ele, tem pesado no Produto Interno Bruto (PIB) britânico. A fala aconteceu durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 8, após a decisão de reduzir a taxa de juros em 25 pontos-base, a 4,25%.

"Espero que o acordo Reino Unido-EUA seja o primeiro de muitos. A incerteza com o comércio e as tarifas pesam na atividade, e o impacto das tarifas ainda é incerto", acrescentou, ao mencionar a importância de olhar para a reação dos mercados às notícias de comércio e a cautela dos negócios na hora de investir.

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Bailey mencionou que o processo de desinflação no Reino Unido continuou, mas que a inflação pode aumentar no curto prazo por conta dos preços de energia, o que não deve durar, já que deve retornar à meta no médio prazo. Segundo o presidente do BoE, a desinflação de serviços, por outro lado, ainda tem um longo caminho a percorrer e o crescimento da produtividade tem sido fraco.

"As taxas de juros não estão no 'piloto automático'. Fiquei muito indeciso sobre quais seriam taxas depois da última reunião", afirmou.

Dirigente do BoE, Clare Lombardelli ressaltou, durante a coletiva, que não está claro que as políticas comerciais sejam desinflacionárias e que ainda é muito cedo para ver grandes mudanças nos padrões comerciais após as mudanças tarifárias. "O efeito mais direto das mudanças tarifárias ocorre por meio das taxas de câmbio", defendeu.

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