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Presidente do BC da China pede união de países asiáticos para lidar com tarifas dos EUA

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O presidente do Banco Central da China (PBoC), Pan Gongsheng, pediu que as nações da Ásia fortaleçam a cooperação diante do impacto das tarifas unilaterais impostas pelos Estados Unidos, durante reunião de ministros das Finanças e presidentes de bancos centrais da ASEAN+3 (10+3), em Milão, na Itália. Ele também detalhou medidas macroeconômicas adotadas pela China para garantir a estabilidade regional e global.

Em comunicado divulgado após o evento, o PBoC destacou que Gongsheng liderou as discussões como copresidente do mecanismo de cooperação financeira 10+3 (que reúne os dez membros da ASEAN além de China, Japão e Coreia do Sul), onde os participantes debateram os "efeitos das políticas tarifárias dos EUA sobre a macroeconomia global e regional".

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O grupo aprovou a criação de um novo instrumento de financiamento rápido no âmbito da Iniciativa Chiang Mai (ICM), que permitirá aportes em yuan e outras moedas livremente conversíveis, um movimento considerado "histórico" pelo BC chinês.

Gongsheng alertou que o "unilateralismo está minando o sistema multilateral de comércio baseado em regras", elevando incertezas e riscos para a região 10+3. "Nesse contexto, é essencial aprimorar o mecanismo da ICM e fortalecer a rede de segurança financeira regional", afirmou, segundo o comunicado.

Além das discussões multilaterais, o presidente do PBoC ainda realizou encontros separados com autoridades do Japão, Coreia do Sul e Malásia.

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Em particular, ele "exortou os países da região a unirem-se contra o impacto das tarifas dos EUA" e apresentou "as políticas macroeconômicas relevantes da China", sem detalhar medidas específicas.

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