Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Presidente da CNseg classifica como absurda elevação de IOF para o setor de seguros

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Dyogo Oliveira, afirmou nesta terça-feira, 27, ser um absurdo o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) imposta pelo governo para o produto de previdência Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), além da obrigatoriedade da compra de crédito de carbono utilizando as reservas financeiras dos segurados. A fala ocorreu durante a abertura do Conseguro 2025, realizado hoje em São Paulo.

"Colocar um IOF tão absurdo inviabiliza aplicar mais de R$ 50 mil em previdência porque haverá 5% de imposto sobre o que foi poupado numa vida inteira", exemplificou o presidente da CNseg, segundo o site da CNseg. "Agimos na semana passada com reuniões com o Ministério da Fazenda alertando do absurdo desta medida. Estamos otimistas que vamos encontrar uma saída para isso. Todo o setor produtivo se uniu porque claramente destruir a poupança de longo prazo do país não é o caminho."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Oliveira também criticou a obrigatoriedade de investir as reservas técnicas em crédito de carbono, considerado pelo presidente da CNseg como "ativos de baixo desempenho". "Não faz sentido a indústria de seguros ser chamada para investir seus ativos em maus investimentos: se fosse bom, não seria obrigatório", afirmou Oliveira, ressaltando ainda que esses recursos pertencem aos segurados e não devem ser usados em investimentos de risco.

Oliveira disse também que enquanto o setor investe em inovações como seguros para carros e drones autônomos, robôs e fábricas automatizadas, ainda precisa enfrentar os desafios de uma elevação do IOF.

Segundo Oliveira, o setor pagou R$ 550 bilhões em indenizações e benefícios no último ano, equivalente a 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, além de financiar cerca de 25% da dívida pública brasileira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na segunda-feira, a CNseg e outras entidades publicaram uma manifestação conjunta contra a mudança do IOF.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline