Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Pontos de venda faturam R$ 1,4 tri em 2023; expectativa é de crescimento de 9,2% em 2024

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os pontos de vendas de supermercados, atacarejos, farmácia e perfumarias, eletroeletrônicos e comércio eletrônico somaram R$ 1,4 trilhão em faturamento em 2023, frente a R$ 1,3 trilhão em 2022. Para 2024, o esperado é um crescimento de 9,2%. Em volumes, o consumo de itens de abastecimento do lar em 2023 apresentou alta de 2,6% e a expectativa para 2024 é de crescimento de 2,2%. Apesar de um início de ano promissor, o consumo nos últimos meses desacelerou. Portanto, a expectativa de alta é menor do que o realizado no ano passado. Os dados são do estudo "Da crise à trend", da NIQ Ebit.

Nas últimas semanas, a empresa de pesquisas observou uma alta na comparação anual da ordem de 10% no consumo, que estaria ligada ao movimento de compras de abastecimento em decorrência da tragédia das enchentes no Rio Grande do Sul. No geral, porém, o que se observa é um consumidor com renda corroída pelo endividamento e pela falta de confiança, explica Alfredo Costa, diretor-geral da NIQ.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em uma análise que abrange os 30 anos do Plano Real, Costa avalia que, desde a recessão de 2013, que marcou a primeira queda de volume de consumo no País, o setor vive idas e vindas com um saldo negativo. O volume de consumo de 2023 corresponde a 94,6% do que foi registrado em 2013.

Costa pontua que um movimento importante é o das marcas premium e de baixo custo ganhando mercado sobre as de preço médio. Em categorias consideradas como indulgências ou pequenos luxos, as marcas de mais qualidade e preço mais alto têm ganhado espaço em todas as classes sociais. Enquanto isso, categorias de limpeza da casa e de roupas veem as marcas mais econômicas ganharem espaço. "Vemos o consumidor se permitindo alguns luxos e economizando em outras categorias para compensar", diz Costa. 88% do volume perdido das marcas "mainstream" (de preço médio) acontece por troca, tanto para marcas mais acessíveis como mais premium.

Nos canais de venda, é observado um movimento parecido. Os supermercados premium cresceram em média 10,6%, frente a 3,9% dos comuns. Por outro lado, os atacarejos avançaram 14%. "Cada vez mais, observamos um movimento de crescimento da compra abastecedora no atacarejo e das compras de indulgências em lojas premium", diz Costa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline