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PMI de serviços do Brasil cai a 50,1 pontos em março, revela S&P Global

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O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços no Brasil desacelerou o ritmo de crescimento, de 53,1 pontos em fevereiro para 50,1 em março, informou nesta segunda-feira, 6, a S&P Global.

Esta foi a quinta leitura consecutiva acima dos 50,0 pontos, o que indica expansão da atividade.

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Apesar disso, o mês foi de desafios para os provedores de serviços brasileiros, com a alta nos custos dos insumos impulsionada pelo conflito no Oriente Médio. Com o aumento das despesas operacionais, as empresas aumentaram os preços de venda no ritmo mais acelerado desde outubro passado, segundo a S&P.

"Essa revisão para cima parece ter restringido a demanda, com os entrevistados da pesquisa observando o impacto negativo das altas taxas de juros e da redução da renda familiar sobre a entrada de novos negócios", observa a diretora associada de economia da S&P Global Market Intelligence, Pollyanna de Lima.

Ela considera que as empresas também se mostraram menos confiantes quanto às perspectivas de atividades à frente, em meio a um cenário de preocupações com a concorrência, com a inflação, e com as eleições presidenciais, por exemplo.

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"Com o crescimento da atividade de serviços vacilando e o setor industrial estagnado em contração, a atividade econômica do setor privado estagnou em março. O desempenho da PMI no primeiro trimestre de 2026 aponta para um PIB praticamente estável", diz a diretora.

PMI Composto

Conforme a S&P, o PMI Composto do País, que mede a atividade conjunta das empresas de serviços e da indústria, também caiu, de 51,3 em fevereiro para 49,9 pontos em março.

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O resultado reflete uma atividade praticamente estagnada em todo o setor privado no final do primeiro trimestre.

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