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Petróleo fecha em queda em meio a rumores de que Arábia Saudita quer acelerar produção

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Os contratos futuros de petróleo fecharam a quarta-feira, 4, em queda, depois de dois dias seguidos de altas, pressionados pela notícia da Bloomberg de que a Arábia Saudita quer que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados (Opep+) continuem aumentando a oferta de petróleo de forma acelerada nos próximos meses. Principal exportador global de petróleo, o país reduziu os preços do petróleo do tipo Arab Light para compradores asiáticos.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de petróleo WTI para julho caiu 0,88% (US$ 0,56), fechando a US$ 62,85 o barril. O Brent para agosto, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 1,17% (US$ 0,77), para US$ 64,86 o barril.

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Mais cedo, os contratos tiveram reação moderada aos dados de estoques dos Estados Unidos, que apontaram queda além do previsto nos níveis estocados de petróleo e aumento inesperado nas de gasolina e destilados.

Os ganhos recentes da commodity continuam limitados por preocupações persistentes com o excesso de oferta e o enfraquecimento do crescimento da demanda, afirma Ole Hansen, do Saxo Bank. Segundo ele, o Brent e o WTI seguem oscilando dentro de uma faixa de US$ 10.

Do lado da oferta, riscos diversos - como os incêndios florestais no Canadá, a guerra entre Rússia e Ucrânia e a pressão dos Estados Unidos sobre o Irã - oferecem suporte aos preços no curto e médio prazos.

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A compra especulativa também contribuiu para a alta recente. "No entanto, uma vez que essa compra impulsionada por momentum se esgote, o potencial de alta adicional provavelmente continuará limitado, especialmente enquanto a Opep+ seguir aumentando a oferta de forma crescente, mês após mês", diz Hansen.

"Nossa visão de curto prazo para o WTI permanece dentro de uma faixa de negociação mais confinada, em torno da zona de US$ 60 a US$ 64", diz a Ritterbusch em nota. Um teste da máxima dos contratos futuros do mês passado, de US$ 64,19, "não pode ser descartado se o dólar continuar se enfraquecendo e a tendência de alta nas ações prosseguir", acrescenta a empresa.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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