Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Petróleo fecha em queda de 3% de olho em negociações entre Israel e Hezbollah

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O petróleo fechou em queda nesta quinta-feira, 4, pressionado pela perspectiva de redução das tensões no Oriente Médio após o aparente avanço nas negociações entre Israel e o Hezbollah. Junto a esperanças também de alívio nas tensões entre Estados Unidos e Irã, o mercado diminuiu parte do prêmio de risco geopolítico incorporado às cotações nas últimas semanas, embora persistam dúvidas sobre a implementação efetiva do acordo.

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para julho fechou em queda de 3,1% (US$ 2,98), a US$ 93,04 o barril. O petróleo Brent para agosto, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em queda de 2,84% (US$ 2,78), a US$ 95,03 o barril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O mercado devolveu os ganhos da sessão anterior após a sinalização de uma possível trégua entre Israel e o Hezbollah. O presidente do Líbano, Joseph Aoun, afirmou que a implementação de um cessar-fogo poderá começar em até 24 horas após a aprovação final do acordo. Apesar disso, o Irã negou avanços concretos nas conversas e condicionou qualquer entendimento com os EUA e Israel ao fim dos ataques israelenses e à retirada de tropas do território libanês.

A XS.com observou, contudo, que episódios anteriores de aparente desescalada acabaram sendo seguidos por novas rodadas de conflito. Segundo a instituição, a ausência de um acordo formal e vinculante mantém o risco de retomada das hostilidades e de novas pressões sobre o mercado energético.

Na mesma linha, o Price Futures Group afirmou que qualquer sinal de distensão geopolítica desencadeia realização de lucros pelos investidores, mas ressaltou que os riscos para a oferta global continuam elevados. Mesmo em caso de avanço diplomático e eventual reabertura plena do Estreito de Ormuz, a normalização dos fluxos de petróleo poderia levar meses devido a desafios logísticos e operacionais, acrescentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o ING, os estoques globais seguem oferecendo suporte parcial ao mercado, mas a tendência é de aperto gradual da oferta ao longo do terceiro trimestre, mantendo riscos altistas para os preços caso as tensões voltem a se intensificar.

*Com informações da Dow Jones Newswires

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV