Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Petróleo fecha em queda de 2% após avanço nos estoques dos EUA e com medidas de Trump em foco

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta quarta-feira, 5, após estoques semanais da commodity nos EUA bem acima das expectativas dos analistas. O dado deixou em segundo plano os comentários de Donald Trump para estabelecer uma política de "pressão máxima" contra o Irã.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para março fechou em queda de 2,29% (US$ 1,67), a US$ 71,03 o barril, enquanto o Brent para abril, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 2,08% (US$ 1,59), a US$ 74,61 o barril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os estoques de petróleo nos EUA tiveram alta de 8,66 milhões de barris, a 423,79 milhões de barris na semana passada, informou o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) do país.

Analistas consultados pelo The Wall Street Journal previam alta de apenas 1,3 milhão de barris.

No radar geopolítico, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, classificou a política de pressão máxima americana como uma "experiência fracassada". Já o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país é rico em recursos e tem opções para lidar com as sanções dos EUA. Segundo o ING, a redução dos fluxos petrolíferos do Irã não ajudará a reduzir os preços do petróleo, algo que o presidente Trump está muito interessado em conseguir.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os preços também estão pressionados por preocupações de que uma disputa comercial entre os EUA e a China possa prejudicar o crescimento global e aumentar as pressões inflacionárias.

"O mercado está agora preso entre os temores crescentes de que uma escalada da guerra comercial prejudique o crescimento da demanda global e uma possível interrupção repentina das exportações de petróleo iraniano", diz o analista-chefe de commodities da SEB, Bjarne Schieldrop.

*Com informações da Dow Jones Newswires

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline