Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Petróleo fecha em queda com incerteza comercial e volta de extração pela Chevron na Venezuela

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os contratos futuros do petróleo fecharam em queda nesta sexta-feira, 25, revertendo os ganhos da madrugada e caminhando para encerrar a semana em baixa. O mercado ainda assimila as incertezas em torno de um possível acordo comercial entre EUA e UE, além do impacto limitado da autorização para a Chevron retomar a extração de petróleo na Venezuela.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para setembro recuou 1,32% (US$ 0,87), a US$ 65,16 o barril. Já o Brent para outubro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), teve queda de 1,02% (US$ 0,70), a US$ 67,66 o barril. Na semana, o WTI caiu 1,35% e o Brent perdeu 2,34%.

publicidade
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Após comentários do presidente Donald Trump sugerindo uma chance de avanço nas negociações com a UE, o ING destaca que "parece que as conversas com a UE estão se movendo na direção certa" e que eventuais acordos podem "reduzir incertezas e aliviar parte das preocupações com a demanda que pairam sobre o mercado".

Ao mesmo tempo, a decisão do governo Trump de autorizar a Chevron a voltar a operar na Venezuela reaqueceu projeções de aumento de oferta de petróleo pesado no mercado americano. De acordo com o ING, a medida pode resultar em um incremento superior a 200 mil barris por dia nas exportações venezuelanas. Para Alex Hodes, da StoneX, a liberação "poderia trazer cerca de 250 mil barris por dia de petróleo pesado para os EUA, em vez de ir para compradores asiáticos", o que ajudaria a aliviar restrições na oferta de destilados.

Ainda assim, analistas veem dificuldade para uma retomada mais firme nos preços. Segundo o Commerzbank, o petróleo tem oscilado em uma faixa estreita "desde o início de julho" e deve seguir pressionado nas próximas semanas com o enfraquecimento da demanda sazonal. "Os analistas continuam esperando um excesso significativo de oferta no outono", destaca a consultoria.

publicidade

Até o final do ano, o Commerzbank projeta o WTI a US$ 62 e o Brent a US$ 65 por barril. Na visão da instituição, porém, o preço do óleo deve voltar a subir no fim do primeiro trimestre do ano que vem, com o valor por barril do WTI e do Brent avançando a US$ 67 e a US$ 70, respectivamente, ao término de março de 2026.

*Com informações da Dow Jones Newswires

*Este conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial e revisado pela equipe editorial do Estadão/Broadcast. Saiba mais em nossa Política de IA.

publicidade

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline