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Pershing Square, de Bill Ackman, propõe compra da Universal Music por US$ 60 bi

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A Pershing Square, gestora do investidor Bill Ackman, anunciou nesta terça-feira, 7, uma proposta não vinculante para adquirir a Universal Music Group (UMG) em uma transação que avalia a companhia em cerca de US$ 60 bilhões. A oferta prevê uma combinação de caixa e ações, equivalente a aproximadamente 30,40 euros por papel, um prêmio de 78% sobre o preço atual.

Pelos termos, os acionistas receberiam 9,4 bilhões de euros em dinheiro (ou 5,05 euros por ação) e 0,77 ação de uma nova empresa, a New UMG, para cada papel detido.

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A operação envolveria a fusão da UMG com a Pershing Square SPARC Holdings, com a nova companhia listada na Bolsa de Nova York.

Segundo a gestora, a transação permitiria cancelar 17% das ações em circulação, mantendo o balanço com grau de investimento. A expectativa é de conclusão até o fim do ano.

Ackman afirmou que "as ações da UMG têm ficado estagnadas devido a uma combinação de fatores que não estão relacionados ao desempenho do negócio de música" e que "todos eles podem ser resolvidos com esta transação".

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Entre os pontos citados estão incertezas sobre a fatia de 18% do grupo Bolloré, o adiamento da listagem nos EUA e a subutilização do balanço.

A proposta também prevê mudanças de governança e maior clareza na alocação de capital, além da adoção de padrões contábeis dos EUA (US GAAP), o que poderia facilitar a inclusão em índices como o S&P 500.

A UMG, maior gravadora do mundo e dona de mais de 30% do mercado global de música gravada, reúne artistas como Taylor Swift, Lady Gaga, Bad Bunny e Beatles. A companhia não comentou imediatamente a proposta.

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O negócio exigirá aprovação de dois terços dos acionistas, incluindo grandes investidores como Vivendi, Tencent e o próprio Bolloré.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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