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Para MDIC, é difícil afirmar que tarifa zerada em importação de alimentos já tenha efeito

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O comportamento da importação de alimentos que tiveram a alíquota zerada para entrar no Brasil não foi uniforme em março. Enquanto alguns itens tiveram crescimento nas compras, outros caíram, apontou o diretor de Planejamento e Inteligência Comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Herlon Brandão. Ele ponderou que é difícil afirmar que as compras já reflitam um efeito da zeragem no imposto, adotada pelo governo como uma das medidas para tentar combater a inflação de alimentos.

Lembrou também que a medida passou a valer na metade do mês, no último dia 14.

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"Temos que lembrar que alimentos que tiveram a tarifa zerada têm valores baixos de importação, então as variações são muito voláteis. Essas operações também demoram a ser contratadas, é difícil afirmar que já tenha tido efeito da tarifa nesse momento", afirmou Brandão.

A importação cresceu nos seguintes itens: bolachas e biscoitos (+90%), milho em grão (+42,6%), óleo de girassol, óleo de palma e sardinhas, com variações não informadas. Brandão lembrou, por exemplo, que o milho em grão é em grande parte comprado por países que fazem parte do Mercosul, de onde as compras já tem imposto reduzido. Na lista de alimentos zerados, as compras tiveram recuo nos seguintes produtos: azeite de oliva (-44,7%), café (-17%), carne bovina (-2,8%), além de massas e açúcares de cana (com variações não informadas).

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