Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Para FMI, Brasil deveria poupar receita extra vinda de alta nos preços do petróleo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considera que o Brasil avançou no esforço de melhora do quadro fiscal, mas cobrou continuidade e maior ambição para estabilizar a dívida pública, inclusive recomendando ao governo que poupe parte da arrecadação extra decorrente da alta nos preços do petróleo. A avaliação faz parte da declaração de fim de missão da equipe do FMI que realizou, entre 18 e 29 de maio, as discussões da Consulta do Artigo IV com autoridades brasileiras.

"As autoridades tomaram medidas para melhorar a posição fiscal", afirmou o chefe da missão do FMI, Daniel Leigh, defendendo que "reformas fiscais significativas são necessárias" para colocar a dívida pública "em uma trajetória firmemente descendente".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Entre as recomendações, o FMI citou a necessidade de poupar receitas extraordinárias ligadas ao petróleo, ao mesmo tempo em que se ofereça apoio temporário e focalizado, além de mobilizar receitas e enfrentar a rigidez do gasto. Segundo o organismo, esse conjunto de medidas "aumentaria a credibilidade fiscal, reduziria custos de financiamento e criaria espaço para investimentos prioritários".

O cenário externo entrou no radar do Fundo como fonte adicional de risco. Embora ressalte que o Brasil é "relativamente amortecido" contra a alta do petróleo por ser exportador líquido e pela forte participação de renováveis na matriz elétrica, o FMI apontou que os riscos para o crescimento "estão inclinados para baixo", citando possível piora das tensões geopolíticas e condições financeiras mais apertadas. Ainda assim, destacou que "arcabouços de política fortes, sistema financeiro sólido, reservas adequadas e câmbio flexível continuam sustentando a resiliência."

Em relação ao sistema financeiro, o FMI mencionou conclusões do Programa de Avaliação do Setor Financeiro (FSAP), conduzido em paralelo, indicando que o setor segue "resiliente", com bancos bem capitalizados e líquidos. A equipe recomendou "vigilância contínua", especialmente para riscos no crédito às famílias, além de reforço na supervisão - incluindo medidas para enfrentar "escassez de pessoal" no BCB e fortalecer proteções legais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por fim, o Fundo avaliou que reformas estruturais e a agenda de transformação ecológica avançam e podem elevar o potencial de crescimento. "Reformas estruturais e a agenda de transformação ecológica estão apoiando as perspectivas de crescimento de médio prazo", disse Leigh, defendendo continuidade nos esforços para melhorar o ambiente de negócios, fomentar a competição, aumentar a participação na força de trabalho e avançar na descarbonização, com impactos sobre produtividade, investimento e crescimento inclusivo.

*Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV