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Papel do Banco Central é fazer política anticíclica, afirma Galípolo

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O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse nesta terça-feira, 22, que, em virtude do cenário de aquecimento da economia brasileira com inflação alta, cabe à autoridade monetária exercer seu papel de fazer a política anticíclica. A afirmação foi realizada em audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.

Galípolo destacou que o Brasil cresceu pelo quarto ano seguido acima do que modelos indicam ser o PIB potencial e que esse crescimento está bastante disseminado em diversos setores da economia. Ele salientou alguns indicadores, como o desemprego na mínima histórica e com queda acentuada, e o aumento do crédito bancário. Ele disse que o crédito, ao redor de 55% do PIB, está num dos maiores patamares da série histórica.

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Diante desse cenário da economia brasileira mostrando "dinamismo excepcional" e bastante aquecida, Galípolo disse que cabe ao BC ser o "chato da festa". "A vida do banqueiro central sempre é uma vida de estar meio no contrapé, porque o que o Banco Central tem de fazer, se conseguir fazer bem feito, é estar numa política anticíclica ou contracíclica. Eu usei já a metáfora do chato da festa algumas vezes, mas não é o chato da festa quem tem algum tipo de satisfação em ser chato, e simplesmente porque o seu papel é, quando a economia está aquecida, tentar fazer uma política anticíclica", comentou.

Ele frisou que o aquecimento da economia pode gerar pressões inflacionárias, que indicam a necessidade de freá-la. "Você deveria tentar segurar a economia, refrear um pouquinho a economia para que essa pressão inflacionária não virasse uma espiral e, a partir daí, não se perdesse o controle da estabilidade monetária", disse.

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