Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Pantheon estima crescimento real de 2,3% para PIB do Brasil em 2025; e de 1,5% em 2026

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A consultoria Pantheon Macroeconomics projeta um crescimento real de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025, "ligeiramente acima" da estimativa anterior por conta do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) acima do esperado, mas destaca que se trata de um ritmo "notavelmente mais lento" do que o crescimento real de 3,4% registrado em 2024. A estimativa anterior era de alta de 2,1% para o ano - e a de 2026 foi mantida em 1,5%.

A expectativa é de que a atividade econômica no Brasil passe por uma desaceleração após um primeiro trimestre forte. "O auge do setor agrícola é insustentável, e provavelmente se normalizará nos próximos trimestres. Além disso, o impacto do aperto monetário se intensificará. As taxas de juros, que começaram o ano em 13,25%, agora estão em 14,75%", afirma o economista-chefe para América Latina Andres Abadia, em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A Pantheon não descarta a possibilidade de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faça "aumentos modestos" na Selic, caso a inflação supere as expectativas.

Ainda assim, menciona que a política monetária mais restritiva já está pesando na expansão do crédito, no consumo das famílias e nos investimentos empresariais. Riscos externos - incluindo a interrupção do comércio e a possibilidade de uma desaceleração econômica global - representam ventos contrários adicionais.

2026

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para 2026, a expectativa da Pantheon é de que o crescimento do PIB fique em 1,5%, apoiado pela expectativa de isenção no imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil, efeitos de uma base comparativa favorável, e aumento do investimento público.

"Ainda assim, esperamos que o crescimento permaneça moderado em comparação com anos recentes, visto que efeitos defasados da política monetária restritiva continuam pesando na recuperação, com riscos inclinados para o lado negativo", diz Abadia.

As condições globais também podem piorar, com eventual escalada das tensões comerciais. Já no cenário doméstico, a normalização do setor agrícola e a confiança frágil em outros setores podem impedir um impulso forte.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline