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Paes defende mensagem de Lula sobe responsabilidade fiscal e critica mercado financeiro

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O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), saiu em defesa do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quinta-feira, 13, em meio a preocupações com a responsabilidade fiscal no País que impulsionaram o dólar ante o real na véspera. Segundo Paes, o mercado financeiro teria reagido negativamente a um discurso de Lula que defendia tanto a responsabilidade fiscal quanto a necessidade de investimentos públicos para induzir o crescimento do País.

Lula discursou na quarta-feira, 12, na abertura do evento do Future Investment Initiative (FII) Institute, organização sem fins lucrativos apoiada pelo fundo soberano da Arábia Saudita, o FIP, e 30 empresas globais, no hotel Copacabana Palace, na zona sul do Rio de Janeiro.

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"Precisamos de uma mudança de mentalidade. O presidente Lula estava falando para essa plateia, tenho amigos que são banqueiros, está tão claro aqui a responsabilidade fiscal. O dólar subiu por uma coisa que Lula falou ontem", disse Eduardo Paes no segundo dia de

evento do FII, no Rio.

E criticou: "É tão estranho, porque toda vez que falamos em investimentos no Brasil, o mercado vem e diz: não podemos fazer investimentos. É ridículo isso."

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O prefeito defendeu que o Brasil tem construído nas últimas décadas um arcabouço legal para que haja atração e execução de investimentos. No caso do Rio de Janeiro, Paes lembrou as parcerias público-privadas (PPP) que permitiram o plano de reurbanização e revitalização da região portuária da capital fluminense, além do projeto de concessão de saneamento à iniciativa privada feito pelo governo do Estado.

"Precisamos de investimento privado, de PPP, mas sempre precisaremos de investimento público no Brasil", defendeu o prefeito. "É por isso que a mensagem foi muito clara do presidente: nós temos responsabilidade fiscal no Brasil, já mostrei isso há muitos anos, a responsabilidade fiscal existe, mas precisamos fazer crescer o Brasil", acrescentou.

Segundo Paes, o governo pode conseguir o máximo de recursos privados com o fundo saudita para investimentos, mas também serão necessários recursos públicos para efetivação desses mesmos investimentos. "Isso tem que ficar claro para o mercado, que essas coisas podem andar de mãos dadas (público e privado)", defendeu.

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Para o prefeito, o mercado financeiro "está fazendo muito barulho", mas Lula apenas defendeu tanto a necessidade de responsabilidade fiscal quanto de fazer crescer o País.

"A gente precisa de investimentos públicos para atrair esses investimentos privados", declarou.

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