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Ouro fecha em queda com movimento de realização de lucros após máxima histórica

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Os preços do ouro recuaram nesta quinta-feira, 17, após atingirem recorde intradiário mais cedo, com investidores realizando lucros antes do feriado prolongado. O metal precioso, no entanto, manteve-se acima da marca de US$ 3.300 por onça, impulsionado pela desvalorização do dólar.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de ouro para entrega em junho recuou 0,54%, fechando a US$ 3.328,4 por onça-troy. Durante o dia, o metal chegou a tocar a máxima de US$ 3.371,90 novo recorde intradiário.

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Alex Ebkarian, diretor de operações da Allegiance Gold, destacou que o ouro está em um mercado de alta secular e que "essas pequenas correções devido à realização de lucros são saudáveis".

Ele acredita que a trajetória do ouro permanece positiva, dada a crescente incerteza e a preocupação persistente nos mercados financeiros.

Na quarta-feira, o ouro disparou devido ao agravamento das tensões comerciais entre os EUA e a China.

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Analistas do SP Angel também destacaram as declarações do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, sobre a possibilidade de um cenário de estagflação nos EUA. O ambiente de estagflação da década de 1970 foi um dos fatores que contribuiu para a valorização do ouro.

Nesta quinta, a porta-voz do Ministério do Comércio da China, He Yongqian, afirmou que o país continua aberto ao diálogo com base no "respeito mútuo" e que "quem deu o nó agora deve desatá-lo".

Em resposta, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que acredita que vai fazer um "bom acordo" com a China e que espera um acordo justo com a Itália, acrescentando que todos os países são prioridades e que não há pressa para finalizar os acordos.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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