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Ouro fecha em alta moderada com ameaças tarifárias e tensões geopolíticas no radar

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O contrato mais líquido do ouro fechou em leve alta nesta quarta-feira (9). As extensões do prazo das tarifas "recíprocas" de Donald Trump e um dólar americano mais forte se chocam com a incerteza contínua e as persistentes tensões geopolíticas.

O contrato de ouro com vencimento em agosto fechou em alta de 0,12% na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), encerrando a sessão em US$ 3.321,00 por onça-troy.

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Ao mesmo tempo em que o mercado espera acordos entre os EUA e parceiros comerciais, a demanda por portos seguros continua parcialmente apoiada pelas novas ameaças de tarifas de Trump e pela incerteza comercial relacionada, além da compra do metal precioso pelos bancos centrais. "É provável que os BCs continuem a adicionar ouro às suas reservas à medida que se distanciam do dólar" afirma o ANZ Research.

Nesta tarde, o presidente americano anunciou mais uma rodada de tarifas de importação contra países com os quais, segundo ele, os EUA mantêm relações "desiguais". As novas tarifas entram em vigor em 1º de agosto e atingem Argélia, Filipinas, Líbia, Iraque, Moldávia e Brunei, com alíquotas que variam entre 20% e 30%.

A demanda pelo metal dourado também é apoiada ainda pelas persistentes tensões geopolíticas e os sinais de fraqueza da economia chinesa, diz a XS.com. O índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) da China deixou o território negativo no mês passado, com o núcleo avançando ao maior nível em 14 meses, graças aos efeitos da estratégia de trocas de bens de consumo, avalia a Capital Economics. Contudo, a consultoria prevê que esse impulso temporário terminará em breve e a inflação subjacente voltará a declinar mais tarde neste ano, conforme a demanda enfraquece.

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No radar geopolítico, a Rússia disparou um número recorde de 728 drones contra a Ucrânia durante a noite, além de 13 mísseis, informou a Força Aérea ucraniana nesta quarta-feira.

*Com informações da Dow Jones Newswires.

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