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Ouro fecha em alta, impulsionado por indicações de Trump, Fed, e tensões geopolíticas

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O contrato mais líquido do ouro fechou em alta nesta terça-feira, 5, em um cenário no qual as indicações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para importantes cargos e as perspectivas para um relaxamento pelo Federal Reserve (Fed) vêm dominando as atenções do mercado. A estes dois fatores, somam-se ainda tensões geopolíticas, especialmente aquelas envolvendo a Rússia.

O ouro com vencimento em outubro encerrou em alta de 0,24%, a US$ 3.407,50 por onça-troy, na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex).

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Alvo de críticas e mudanças por Trump, o Escritório de Estatísticas do Trabalho (BLS, na sigla em inglês) não apenas gerencia estatísticas do mercado de trabalho, mas também coleta dados sobre preços. "Isso significa que os dados mais importantes para o Fed podem perder seu valor informativo no futuro. Isso não é um problema apenas para o banco central dos EUA, mas também para os investidores, que podem receber menos transparência sobre a situação da economia. Como resultado, os EUA podem perder ainda mais atratividade entre os investidores, beneficiando o ouro", avalia o Commerzbank.

"Além disso, o ouro provavelmente se beneficiará da perspectiva de que a pressão sobre o Fed para cortar as taxas de juros aumente em um futuro próximo. Trump já anunciou que nomeará um candidato para sua sucessão esta semana. A escolha dele pode fornecer uma indicação importante de quão fortemente ele pretende influenciar o Fed", aponta o banco alemão.

"Os riscos geopolíticos também aumentaram, provavelmente levando ao aumento da demanda por ouro como porto seguro. Esta semana, o ultimato de Trump ao presidente russo Vladimir Putin expira. Se Putin não trabalhar em prol de um cessar-fogo na guerra na Ucrânia, sanções deverão ser impostas aos países que comprarem petróleo russo", pontua o Commerzbank.

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"Apesar de todos esses argumentos positivos em relação ao ouro, os ganhos do metal precioso permanecem limitados. A máxima recorde de US$ 3.500 por onça ainda está a mais de US$ 100 de distância" lembra. "Continuamos a ver o ouro fundamentalmente bem sustentado, mas está claro que o impulso que vimos, particularmente no primeiro trimestre, se dissipou. Isso também é evidente no fato de que o ouro foi negociado lateralmente, apesar das expectativas de corte de juros dos EUA significativamente maiores desde abril", conclui o banco.

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