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Opep mantém previsão de PIB do Brasil para 2025 e 2026, diante 'impacto marginal' de tarifas

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A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) manteve a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2025, a 2,3%, e em 2026, a 2,5%, em reflexo da dinâmica de "desaceleração contínua" da economia brasileira, segundo relatório mensal publicado nesta segunda-feira, 14. No documento, o cartel menciona que as tarifas americanas devem ter apenas um impacto marginal no país e, para o próximo ano, é esperada uma aceleração impulsionada pela flexibilização monetária, além de uma retomada do consumo doméstico e dos investimentos.

"Algum efeito amortecedor pode vir das tarifas americanas introduzidas, mas estima-se atualmente que o impacto será insignificante ou mesmo positivo, visto que o Brasil pode se beneficiar competitivamente da dinâmica atual", explica ao destacar que a tensão comercial entre EUA e China pode levar a um possível aumento da demanda chinesa por exportações agrícolas brasileiras.

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A Opep também reduziu ligeiramente a previsão da oferta de líquidos do Brasil em 2025 em 100 mil barris por dia (bpd), a 4,3 milhões de bpd. No documento de março, a projeção do cartel era de expansão de 150 mil bpd, também a 4,3 milhões de bpd. Para 2026, a organização prevê alta da oferta de combustíveis líquidos do Brasil ante 2025, a 4,5 milhões de bpd, e um aumento de 200 mil/bpd, ante corte previsto no mês anterior.

A produção brasileira de petróleo bruto avançou 39 mil bpd em fevereiro, e subiu à média de 3,5 milhões de bpd, apesar de uma série de problemas operacionais e de segurança em diversas plataformas offshore. A produção total de combustíveis líquidos também subiu ante janeiro, em 40 mil bpd, na média de 4,3 milhões de bpd.

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