Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

OCDE: Argentina ainda enfrentará desafios significativos em processo de reformar a economia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Argentina vive um ciclo "virtuoso" de recuperação econômica, mas ainda enfrentará desafios significativos no processo de aplicar reformas para manter o crescimento de forma "sustentável", avalia a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em relatório divulgado nesta segunda-feira (7). O grupo manteve as previsões de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) argentino de 5,2% em 2025 e de 4,3% em 2026, revertendo a contração de 1,3% em 2024.

Já a inflação ao consumidor (CPI) anual da Argentina terá forte desaceleração a 36,6% neste ano e a 14,9% no próximo, de 219,9% em 2024, avalia a OCDE, desde que o país assegure uma postura monetária restritiva. O relatório nota ainda que o nível de pobreza diminuiu no fim de 2024, depois de alcançar um pico histórico no primeiro trimestre do ano passado, graças a redução da inflação e gastos sociais bem direcionados.

publicidade
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Para a organização, melhorar a posição fiscal da Argentina nos próximos anos e ampliar medidas de desregulação é essencial para que o país ganhe acesso aos mercados de capitais internacionais, ajudar o crescimento econômico e aprimorar novamente a produtividade do país. "Isso requer a retirada de subsídios e aprimoramento da eficiência no setor público, substituindo impostos distorcivos por impostos de renda e consumo", sugere, acrescentando que a remoção de controles de capitais e cambial feita em abril também é positiva.

A Argentina registrou superávit fiscal em quase todos os meses de 2024, a primeira vez que isso aconteceu desde 2010, terminando o ano passado com superávit de 1,8% do PIB, de acordo com a OCDE. O relatório nota que autoridades argentinas projetam que o superávit deverá cair para 1,6%.

Outra sugestão da OCDE é reduzir barreiras comerciais em bens e capitais intermediários para impulsionar a competitividade argentina, além de relaxar restrições para investimento estrangeiro direto (IED) para melhorar fluxos de capitais e tecnologia. A Argentina também detém 20 % das reservas globais de lítio e capturar esse valor exige reformas de infraestrutura.

publicidade

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline