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No Canadá, venda de moradias cai mais de 20% em Toronto e região, sinalizando temor por tarifa

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O mercado imobiliário canadense, que começava a dar sinais de recuperação, sofreu um revés devido à guerra comercial com os Estados Unidos. Dados preliminares de associações de corretores apontam que março foi mais um mês fraco, com muitos compradores adotando uma postura cautelosa.

As vendas na Grande Toronto, região mais populosa e principal centro financeiro do país, despencaram 23,1% em março na comparação anual, segundo o Toronto Regional Real Estate Board (TRREB). Foi o pior resultado desde 1998, enquanto os novos anúncios de imóveis subiram quase 29%.

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"O calafrio que a guerra comercial com os EUA causou no mercado imobiliário está ficando mais intenso", afirmou Robert Hogue, economista-chefe assistente do Royal Bank of Canada (RBC).

Ele destacou que a incerteza comercial continua a pressionar as transações, mesmo sem novas tarifas anunciadas contra o Canadá.

Jason Mercer, diretor de análise do TRREB, atribuiu a queda ao cenário econômico incerto e às eleições federais próximas. "Compradores precisam se sentir seguros em seus empregos antes de assumir hipotecas de longo prazo", disse.

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Dados nacionais de fevereiro já mostravam retração de 9,8% nas vendas, pior queda desde maio de 2022. Rishi Sondhi, economista do TD Bank, prevê recuo de dois dígitos nas vendas e de 5% nos preços no 1º trimestre de 2025 - cenário pior que o projetado antes das tarifas.

O Banco Central do Canadá, que decide sobre juros nesta quarta-feira, sinalizou cautela, equilibrando risco inflacionário e desaceleração econômica. Enquanto isso, partidos políticos prometem incentivos fiscais para reaquecer o setor. Fonte: Dow Jones Newswires.

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