Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Não há relação mecânica entre câmbio e determinação do juro doméstico, reforça BC na ata

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A ata do mais recente encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada nesta terça-feira, 6, voltou a reforçar que não existe relação mecânica entre a condução da política monetária norte-americana e a determinação da taxa básica de juros doméstica. O colegiado acrescentou que tampouco existe essa relação entre a taxa de câmbio e a determinação da taxa de juros no Brasil.

"Como usual, o Comitê focará nos mecanismos de transmissão da conjuntura externa sobre a dinâmica inflacionária interna e seu impacto sobre o cenário prospectivo", escreveram os integrantes do comitê, adicionando que um cenário de maior incerteza global e de movimentos cambiais mais abruptos exige maior cautela na condução da política monetária doméstica.

publicidade
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Copom salientou também que, nos países emergentes, diante de um cenário mais desafiador, observa-se a continuidade de um movimento cauteloso do ciclo de queda de juros em alguns países e sua interrupção em outros.

O documento reforça que, assim como ocorreu no Brasil, as taxas de câmbio de países emergentes tiveram depreciação no período recente, refletindo um cenário mais desafiador para essas economias.

A ata avalia em vários pontos que o ambiente externo mantém-se adverso, em função justamente da incerteza sobre os impactos e a extensão da flexibilização da política monetária nos Estados Unidos e sobre as dinâmicas de atividade e de inflação em diversos países.

publicidade

"Os bancos centrais das principais economias permanecem determinados em promover a convergência das taxas de inflação para suas metas em um ambiente marcado por pressões nos mercados de trabalho", enfatizaram os membros do Copom.

Segundo eles, o cenário externo, também marcado por menor sincronia nos ciclos de política monetária entre os países, segue exigindo cautela por parte de países emergentes.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline