Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Monitor do PIB da FGV aponta alta de 0,1% em janeiro ante dezembro

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% em janeiro de 2024 ante dezembro de 2023, segundo o Monitor do PIB, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). No mês de janeiro de 2024 ante janeiro de 2023, o PIB avançou 4,1%.

"O crescimento de 0,1% do PIB em janeiro, na comparação com dezembro, deve-se ao desempenho positivo da agropecuária e do setor de serviços, pela ótica da produção, e do consumo das famílias e da exportação, pela ótica da demanda. Em contrapartida, a indústria e a formação bruta de capital fixo (investimentos) retraíram no mês. Esse padrão é bastante semelhante ao observado no ano passado, com crescimento sustentado pela agropecuária, serviços, consumo das famílias e exportações", afirmou Juliana Trece, coordenadora do Monitor do PIB - FGV, em nota oficial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Monitor do PIB antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

"Para 2024, há expectativa de melhora para os investimentos e a indústria, embora isto ainda não tenha sido observado no primeiro mês do ano. Isto se justifica pela expectativa da continuidade na redução da taxa de juros ao longo de 2024. Embora o ciclo de afrouxamento monetário tenha se iniciado em meados de 2023, há certa defasagem no alcance dos seus efeitos na atividade econômica, o que explica a persistência de resultados negativos em segmentos mais suscetíveis aos efeitos da política monetária no início do ano", completou Trece.

No trimestre móvel terminado em janeiro, houve crescimento de 3,0% no PIB em relação ao mesmo período do ano anterior. Nessa comparação, sob a ótica da demanda, o consumo das famílias cresceu 3,6%, com resultados positivos em todos os componentes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"No caso dos serviços, destacam-se a importação de serviços financeiros e do segmento relacionado a telecomunicações. O consumo de produtos não duráveis apresentou crescimentos mais disseminados, sendo o de maior destaque o relativo a produtos alimentícios", apontou a FGV.

A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB) teve uma retração de 0,6% no trimestre terminado em janeiro ante o mesmo período do ano anterior.

"Embora ainda em terreno negativo, este resultado mostra tendência de melhora da FBCF, que chegou a retrair 6,8% no terceiro trimestre de 2023", informou a nota do Monitor do PIB.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A exportação de bens e serviços registrou crescimento de 8,7% no trimestre encerrado em janeiro ante o mesmo período do ano anterior, impulsionada pelos produtos agropecuários. Já a importação de bens e serviços aumentou 2,5% no período, sob a influência positiva de serviços e de bens de consumo.

"Destaca-se negativamente a retração das importações de extrativa mineral", ponderou a FGV.

Em termos monetários, o PIB alcançou R$ 997 bilhões no mês de janeiro, em valores correntes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A taxa de investimento da economia foi de 14,7% em janeiro.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV