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Monitor do PIB aponta queda de 2,1% em março ante fevereiro, diz FGV

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 2,1% em março ante fevereiro, segundo o Monitor do PIB, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Na comparação com março de 2020, a atividade econômica avançou 5,2

Da Redação

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Escrito por Da Redação
Publicado em 17.05.2021, 10:47:00 Editado em 17.05.2021, 10:52:40
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O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro recuou 2,1% em março ante fevereiro, segundo o Monitor do PIB, apurado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Na comparação com março de 2020, a atividade econômica avançou 5,2% em março de 2021.

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No fechamento do primeiro trimestre, o PIB teve uma expansão de 1,7% ante o quarto trimestre de 2020. Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, houve um avanço de 1,6%.

Para Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV, o desempenho positivo da atividade econômica no primeiro trimestre de 2021 "surpreendeu".

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"Este crescimento foi observado tanto nos três grandes setores de atividade, quanto nos componentes da demanda. No entanto, na comparação mensal, o fraco desempenho de março frente a fevereiro mostra a fragilidade deste crescimento dado o acirramento das medidas de isolamento social em diversas cidades brasileiras. A necessidade de adoção dessas novas medidas de isolamento foi devido à piora da pandemia no Brasil com o aumento do número de casos de contágio e de mortes a partir do final de fevereiro. Estes resultados evidenciam a importância da aceleração do processo de vacinação da população como o primeiro passo para que a economia possa crescer de forma mais sustentável a longo prazo", defendeu Considera, em nota oficial.

O Monitor do PIB antecipa a tendência do principal índice da economia a partir das mesmas fontes de dados e metodologia empregadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo oficial das Contas Nacionais.

Sob a ótica da demanda, na comparação com o primeiro trimestre de 2020, o consumo das famílias recuou 1,2% no primeiro trimestre de 2021, devido a uma redução no consumo de serviços.

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A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida dos investimentos no PIB) cresceu 10,4% no primeiro trimestre, com avanços em todos os componentes. Houve forte crescimento no componente de máquinas e equipamentos, impulsionado pela importação de plataformas de exploração de petróleo.

As exportações cresceram 0,5% no primeiro trimestre de 2021 ante o mesmo período de 2020, enquanto as importações aumentaram 6,5%.

Em termos monetários, o PIB alcançou aproximadamente R$ 2,113 trilhões no primeiro trimestre de 2021, em valores correntes. A taxa de investimento da economia foi de 17,1% no primeiro trimestre.

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