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Moedas globais: dólar se mantém estável com queda da inflação e críticas de Trump à China

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O dólar oscilou entre perdas e ganhos, mas o índice DXY encerrou esta sexta-feira, 30, praticamente estável em relação a seus principais pares globais. O dia foi marcado pela intensificação da retórica do governo Donald Trump contra a China e pela divulgação de um importante indicador de inflação nos Estados Unidos, que se aproximou da meta do Federal Reserve (Fed).

O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, subiu 0,05%, a 99,329 pontos. O DXY acumulou alta de 0,3% na semana e baixa de 0,24% no mês. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), o dólar caía para 144,00 ienes, enquanto o euro cedia para US$ 1,1353 e a libra era negociada em baixa, a US$ 1,3469.

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Pela manhã, Trump foi às redes sociais para acusar a China de descumprir a trégua tarifária alcançada entre os dois países em Genebra. Pouco depois, o representante Comercial dos EUA, Jamieson Greer, afirmou que o comportamento do país asiático é "inaceitável".

Os comentários levantaram dúvidas sobre o avanço nas negociações entre as duas potências e lançaram uma nova onda de aversão ao risco em Nova York. A busca por ativos seguros, no entanto, deu suporte ao dólar.

Por outro lado, exercendo pressão de baixa sobre a divisa americana, o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) dos EUA confirmou as projeções. Na comparação anual, a inflação foi de 2,3% para 2,1%, se aproximando da meta do Fed, de 2% ao ano. O PCE é o índice preferido do banco central americano.

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Ainda assim, os mercados continuam precificando a manutenção dos juros até setembro e um total de dois cortes neste ano. O relatório de emprego da próxima semana deve ser analisado em busca de sinais de impacto da política tarifária sobre o mercado de trabalho.

Segundo analistas do Bank of America, as tarifas de Trump são mais negativas para a economia americana e para o dólar do que para outros países e moedas. As tarifas criam o risco de retaliação e os EUA "comercializam mais com o resto do mundo do que o resto do mundo comercializa com os EUA", dizem.

Os dados econômicos determinarão o destino do dólar. Se os indicadores dos EUA forem positivos, "esperamos que os investidores comecem a ignorar o ruído político" e apoiem a moeda americana. No entanto, o BofA se prepara para dados fracos, já que a incerteza política paralisa planos de contratação e investimento.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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