Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Moedas globais: dólar fica misto no exterior, com normalização do BoJ à vista, CPI alemão e PCE

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O dólar operou misto ante rivais, em uma sessão de agenda econômica agitada no exterior. Investidores avaliaram dados de inflação dos EUA e da Alemanha, além de comentários de autoridades dos BCs americano, japonês e europeu, em busca de melhores orientações para estimar qual será a trajetória de juros nas principais economias do mundo.

No fim da tarde em Nova York, o dólar recuava a 149,93 ienes, o euro tinha baixa a US$ 1,0812 e a libra caía a US$ 1,2625. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes registrou alta de 0,17%, a 104,156 pontos, com ganho mensal de 0,85% em fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O iene já se valorizava contra o dólar desde o início do dia, após o dirigente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) Hajime Takata defender que ele e seus colegas comecem a discutir os detalhes de um possível abandono da postura monetária ultra-acomodatícia.

O Commerzbank disse estar contando que o BoJ dê os primeiros passos nessa direção em breve, o que poderia beneficiar o iene. "No entanto, esperamos que a valorização tenha duração limitada. Como foi em 2000 e 2006, as primeiras altas de juros provavelmente sufocariam a inflação. E, então, não haverá maior normalização", acrescentou.

A depreciação do dólar foi ampliada depois de uma bateria de dados mistos dos EUA sobre inflação, renda, gastos e emprego. Enquanto no Japão se fala em normalizar a política, nos EUA, pensa-se em cortes de juros. Os investidores ouviram as falas dos dirigentes do Federal Reserve (Fed) Raphael Bostic, Austan Goolsbee, Loretta Mester e Mary Daly, que, no geral, expressaram otimismo quanto ao alcançamento da meta de inflação, mas indicaram que a luta ainda não foi vencida.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A moeda europeia chegou a operar em alta contra o dólar durante parte do dia, mas terminou a sessão em baixa. Um driver que impôs pressão ao euro foi a taxa anual do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), que desacelerou ao menor nível desde meados de 2021 e ficou abaixo das expectativas. "Isso vai agradar as autoridades do Banco Central Europeu (BCE), mas esperamos que eles continuem cautelosos sobre relaxar a política cedo demais", comentou a Capital Economics. Aqui no Brasil para a reunião ministerial do G20, o dirigente Fabio Panetta considerou que a "inflação está caindo rapidamente".

Entre outros destaques, o dólar caía a 1,3573 dólar canadense, no horário citado, depois que o Produto Interno Bruto (PIB) do Canadá cresceu mais do que o esperado no quarto trimestre, o que apoiou a moeda local, embora com impulso limitado. A leitura anterior ainda foi revisada para uma queda menor do que a previamente informada.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV