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Moedas Globais: dólar estende ganho com detalhes subliminares do CPI relevarem efeito de tarifa

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O dólar retomou alta ante principais pares nesta terça-feira, 15, após detalhes do relatório de inflação ao consumidor nos Estados Unidos gerarem um suporte para a moeda no mercado internacional.

Os números de junho aceleraram em linha com as expectativas dos analistas, mas, por baixo da superfície, a alta dos preços de alguns produtos sugeriu que as tarifas poderiam impulsionar novos aumentos. Isso acabou sustentando a avaliação de que o Federal Reserve poderia manter as taxas de juros estáveis por mais tempo.

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O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, fechou em alta de 0,54%, a 98,616 pontos. Por volta das 16h50 (de Brasília), o dólar subia a 148,90 ienes, enquanto o euro recuava a US$ 1,1602 e a libra cedia a US$ 1,3389.

"O grande medo das autoridades do Fed é que águas mais turbulentas estejam por vir", escreveu o estrategista Matthew Ryan, da fintech Ebury.

A leitura do CPI mostra que "ficaram evidentes" sinais de tarifas afetando os preços ao consumidor, mas com o impacto das tarifas ainda nos estágios iniciais, o Fed deve manter sua postura de "esperar para ver" na próxima reunião que acontece no fim de julho, avalia o Wells Fargo.

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Para a Stiefel, "os preços de bens mais sensíveis a aumentos de tarifas - móveis, vestuário, brinquedos e eletrodomésticos - por exemplo, aceleraram no final do segundo trimestre, sugerindo que pelo menos algumas empresas estão repassando os aumentos de custos ao consumidor", escreveram analistas.

Na sessão, falas de membros do Fed abordaram o efeito das tarifas. A presidente do Fed de Boston, Susan Collins, disse que as boas margens de lucro das empresas podem limitar o repasse do custo das tarifas para os consumidores. Tom Barkin, do Fed de Richmond, disse que "antecipo que mais pressão está a caminho". Os detalhes do levantamento não impediram o presidente dos EUA, Donald Trump, de defender que o Fed reduza imediatamente as taxas de juros.

Pela manhã, o iene caiu ao menor nível desde 3 de abril. O dólar chegou a 149,026 ienes na máxima.

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