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Moedas globais: dólar estanca queda após payroll e reage pouco à aprovação de projeto de Trump

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O dólar conseguiu interromper a fraqueza recente, o que levou o índice Dólar a fechar em alta após o dado acima do esperado do mercado de trabalho dos EUA reduzir a probabilidade de corte da taxa de juros pelo Federal Reserve em setembro. A moeda americana reagiu pouco à aprovação durante a tarde do projeto de lei de Donald Trump na Câmara por um placar apertado. A libra esterlina conseguiu se recuperar da queda da véspera após apoio do governo à ministra das Finanças, Rachel Reeves.

A sessão transcorreu em meio ao fechamento antecipado das Bolsas de NY e das negociações formais de Treasuries antes do feriado amanhã nos EUA.

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O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, fechou em alta de 0,42%, a 97,180 pontos, mas distante da máxima intradiária de 97,422. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), o dólar subia a 145,00 ienes, o euro se depreciava a US$ 1,1753 e a libra tinha alta a US$ 1,3646.

O dólar se valorizou fortemente após a divulgação da criação de 147 mil empregos em junho na economia americana, acima da expectativa do mercado. O Bank of America destacou que o dólar americano subiu "abruptamente" com a divulgação geral sólida de dados trabalhistas e revisões insignificantes de hoje. "O dólar subiu cerca de 0,5% em relação à maioria das moedas do G10 e se aproximou de 1% em relação ao iene japonês, mais sensível à taxa de juros", observaram.

Ao mesmo tempo, os investidores pessimistas em relação ao dólar, provavelmente, levaram em conta o número fraco do setor privado e a queda nos ganhos por hora como razões para não reagir exageradamente aos dados de hoje, disse o BofA. "No entanto, a reação cambial é direcionalmente consistente com a redução dos cortes de curto prazo do Fed e reflete uma posição líquida vendida em dólar no mercado".

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A libra esterlina continuou sem força mesmo após o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, respaldar Reeves, dizendo que ela permanecerá no cargo após o projeto de lei do Partido Trabalhista, que tinha plano de reduzir os gastos no setor social, ser aprovado com "dramáticas alterações" para acalmar a oposição dentro do próprio partido.

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